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Dos Direitos...


tsmaia


Estamos longe da melhor educação do mundo.

Em conseqüência, estamos longe de todos os prêmios que só laureiam os detentores do saber.

Não é por menos que ocupamos, agora o último lugar entre mais de 50 países cujos jovens disputaram a capacidade de interpretação da leitura de autores pátrios.

Diante disso, dá pena assistir a ministros e "otoridades" se desculparem, em público pelo triste insucesso. Deveriam colocar as barbas de molho. Aliás, não apenas eles, cada um de nós somos responsáveis pelo atraso pecaminoso e pela incapacidade física, intelectual e moral de cada criança e cada qual tem culpa no cartório.

E a "inorança" é só NOSSA!

Esses garotos não encontram nem objetivo para se desprender, diante de bons livros que os tornem mais dignos no desempenho dos seus deveres de cidadãos. Essas crianças não estão, nem motivadas a deixar de lado os programas maliciosos de lazer ou os nefastos de TV. Todos principais intentos planejados para a juventude, agora, primando por não cultivarem nenhum conhecimento adequado à formação de um caráter de uma personalidade ou que melhorem o saber profissional de nenhuma criatura esse mundo de Deus.

Estudar, dedicar-se profundamente a análises e compreensões complexas para receber títulos e doutorar-se...

Formar-se pra quê? Para ser humilhado na vida prática, sem estímulo, sem uma ocupação apropriada e sem futuro como o exemplo dos próprios mestres que conhecem tanto que ficam diante deles durante, toda uma vida em formação a se lamentar da triste sorte que tiveram.

Essa é uma história das que carregam "H".
Um padre, em inesquecível festa, na qual se comemorava, o sucesso de um grande político e negociante da região, pediu a palavra, para lançar essa pérola própria de ministro de estado brasileiro.
- "V. Excia foi meu coroínha e logo sacristão. Não quis estudar, nunca, apesar da minha grande insistência e inexorável luta contra a ignorância. Todos aqui, presentes são testemunhas desses fatos".

- "V. Excia chegou a essa posição gloriosa, sem saber ler nem a cartilha do primário quanto mais o catecismo da Santa Madre Igreja. Já pensaram todos que resultado feliz para a Sociedade, para a glóra de Deus, para a Família e para a Pátria se V.Excia tivesse passado pelas nossas Faculdades?"

- "Com grande probabilidade seria ainda o seu Sacristão meu bom Padre" - respondeu a poderosa e celebrada personalidade, sem o menor pejo.

Os anseios pelas reformas para atingir uma efetiva e moderna educação deixaram de existir até, nos estudantes. A universidade, paraíso de professores que amam a própria causa e não o que ministram, tornou-se esteio dos que se aproveitam da fraqueza dos nossos dirigentes, em prol de ricos privilégios.

A discussão da reforma educacional, sem a qual nunca nos despegaremos desta letargia, prorrogar-se-á, indeterminadamente.

Mas ninguém se iluda. Dependemos substancialmente do aperfeiçoamento do nosso saber nossos conhecimentos e da nossa cultura, para garantia solene dos nossos direitos.

Todos os de liberdade, os de igualdade e também os de fraternidade.