Samaúma
 



 

 

 









Uma oportunidade perdida

 

 


tibério sá maia.

 

 


Manifestaram-se contundente e corajosamente vários líderes de Igrejas brasileiras e alguns esporádicos condutores de esparsas intituições nacionais zelosas, quanto às questões político-sociais, deste pais, tão necessitado de bom senso.

E por que não, o correspondente anseio dos Maçons, nesse sentido? Não se percebe a menor expressão da nossa celebrada Ordem.

Em vão esperamos que os nossos poderosos confrades deixassem transparecer, em suas atitudes, os sentimentos mais sutis de humanidade professados como sagrados graus de independência de qualquer cidadão que caracteriza secularmente o nosso ideal de Liberdade.

Também esperamos que defendessem a conquista da Igualdade e a harmonia que possibilita a união entre aqueles que vivem em proximidade para lutarem por uma mesma causa. Mas, qual seria e como justificar essa necessidade de unidade que divulgamos?

Não seria essa aspiração que proporciona a Fraternidade dos homens e que enriquece demais a nossa Sublime casa e todas as nossas grandes causas?

Pelo menos esses três sentimentos que são sobejamente apregoados com cunho de verdade e justiça, pela Ordem Universal.

Faltam dentro da Maçonaria Brasileira representantes das suas aptidões inatas cultivadas com carinho, no passado distante e herdadas dos seus precedentes.

A Maçonaria brasileira nunca deve se politizar, claro, não obstante, seus membros têm a obrigação de permanecerem alertas e agirem, com destemor, neste momento delicado, em que se evidencia ameaças a integridade de um povo e que se converteu em angústia, durante a última década.

Os maçons estão perdendo oportunidade feliz de participar de mais um embate de uma nação combalida que nunca perdeu a supremacia e nunca deixou de salvaguardar interesses da pátria.

Venceremos mais uma vez.

A superação inicial, na grande vitória do primeiro turmo indica que nunca aceitaremos a derrota.

Vamos atingir esse ideal, com convicção.

Seus líderes carecem de condutas capazes de nos encherem de intrepidez, perante medidas declaradamente totalitárias, autoritárias, que são impositoras de padrões e normas de conduta à sociedade brasileira, sempre livre. Elas agridem a consciência conservadora e religiosa de grande parte dessa gente. Elas são cerceadoadoras das liberdades um dia conquistadas pelos nossos verdadeiros irmãos alcunhados de "freemason" que caminhavam por toda a europa e pelo mundo afora de cabeça erguida. Intangíveis.

Esses homens conquistaram a total independência e cultivaram bons costumes. Aos seus seguidores clamamos que cumpram seus juramentos, sem temor, da forma mais honesta e transparente, pelos nossos descendentes, visando o futuro do Brasil.

Abominem arremedos cômicos eleitoreiros de maus candidatos; rejeitem a aceitação de atores e atrizes atrozes que amam os dramalhões da vida. Os que não tem medo de Lula e companhias. Os Tiriricas, Xuxas mantenedores de mídia extremamente pervertida. Os "intelectuais" ultrapassados que cambaleantes arrastam, nas costas curvas, restos mortais de um socialismo reconhecidamente enganador.

Continuando, tratem com repulsa partidos políticos ilegítimos; as invasões e depredações permitidas do MST; a má utilização do erário e péssimo gerenciamento e sucateamento dos bens e empresas estatais; o apoio destituído de racionalidade a ditadores - reconhecidos governos opressores; o desbaratamento da unidade nacional. Sim. Pra quê?

Repudiemos que nossos irmãos do norte sejam açulados, mais uma vez, contra sulistas.