Samaúma
 



 




 

 



Discussões políticas e armações

 



Assunto ligado a divulgação do artigo
do mano João Correia Filho:-
É Meio-dia,
que foi contestado por alguns IIrm
SDS tibério sá maia

 

 

 

Nota que possuímos:-
Em Recife existiu uma Loja Maçônica, que mudou o seu nome para "Loja 6 de Marco de 1817". Isso, em 1821 em homenagem aos maçons sacrificados na gloriosa Revolução Pernambucana de 1817....

Estimados manos, "Quero crer que a Independência do Brasil não surgiu graças a conchavos desse ou daquele grupo que manipulava o Imperador ao qual era apegado, mas de movimentos fortes que se alastraram em Pernambuco, (Revolução de 1817) em Minas Gerais, (Inconfidência Mineira) na Bahia, em que mesmo depois de declarada a independência houve resistência dos colonizadores, em aceitá-la. Todos os atos e Evolução ou tendência política que citei, foram coroados de influência marcantemente maçônica. Vc se lembra do “Ode ao dois de Julho” do nosso mano Castro Alves? Esse é um canto genuíno da nossa Ordem ". tibério sá maia

A Independência do Brasil não foi fato isolado. Deu-se em consonância com a de todas Independências de quase todos os paises da deste nosso continente. E, sem exceção, os "Libertadores da América" foram maçons. Eles exercitaram longa, diuturna, e penosamente sua ânsia libertária no seio das Lojas Maçônicas, da Europa, principalmente, da França e da Inglaterra ou ainda nas Lojas que fundaram em seus países natais. Isso não pode ser coincidência...  

Por falar em Castro Alves ninguém mais comenta a libertação dos escravos brasileiros que se deu pura, simples e declaradamente, em função luta dos maçons, no interior de seus templos, a partir de Lojas maçônicas, do Estado de São Paulo. tiberio sá maia.

 

Caríssimo e poderoso irmão Tibério,

Vejamos...
É questões de óticas a opinião do Irm João Correia Filho. Com as quais não concordo.

Há, provado por documentos do Grande Oriente do Brasil, que nas sessões da maçonaria de antanho, houve discussões políticas e armações que culminaram, por pressão a Dom Pedro, então feito maçom, na independência do Brasil.

Ora se isto não são coisas da maçonaria, não sei o que seja uma sessão maçônica.

Constaram em ata e tudo, todos os atos praticados e não foi uma só vez. Foram várias. E a questão de mensurar datas ou motivos partidários (republicano ou monárquico) de maçons, não causa nenhuma lide de questões quanto aos fatos verdadeiros que se deram. O mesmo ocorreu em Minas Gerais. As reuniões eram maçônicas e de fórum político, quer houvesse sido feito em templos, igrejas ou em casas de alguns dos maçons. Eram feitas em ritualísticas maçônicas.

E para ressalvar, a verdadeira data da independência do Brasil não é o 07 de setembro (se formos por em causa estas dicotomias maçônicas assinaladas pelo Irm Correia), mas aqueles em que estão em documentos aceitos e assinados e então, comunicados a todas as províncias e às representações estrangeiras no Brasil, efetivamente no dia 12 de outubro de 1822, num sábado, trinta e cinco dias após o simbólico Grito do Ipiranga com a aclamação de Dom Pedro como Imperador do Brasil.

Por outra, querer de outra forma que não tenha havido participação da maçonaria na independência dos Estados Unidos da América do Norte, é ir contra os fatos expostos e comprovados. Não foi à-toa que George Washington e outros compareceram formalmente cobertos de símbolos maçônicos, em público, quanto aos feitos para independência americana.

Então que se risquem de vez dos quadros que esboçam estas verdades e realidades da história americana nos museus.

Querer dissociar os atos maçônicos praticados por maçons da maçonaria, inúmeros ou na sua maioria praticados em templos nos dias de antanho é ir contra os fatos demonstrados e comprovados.

Já não digo, e isto já foi por demasiado analisado a questão da Revolução Francesa. O esboço da revolução não foi feito no seio da maçonaria, mais é inconteste que houve participação de maçom, contra e a favor, como havia aqueles no Brasil que eram a favor de um Brasil monárquico e um Brasil República.

Por fim, a insinuação de que qualquer fomento ou participação política em nossos templos venha a profaná-lo é falho quanto á história da maçonaria brasileira. Houve sim, comprovadamente, inúmeras reuniões de cunho político e registradas em atas do Grande Oriente do Brasil, a não ser que queiram alcunhar um grande historiador maçônico de mentiroso. Em seu livro, Castellani, dar prova efetivamente com cópia de uma ata as reuniões maçônicas havidas.

Se, somente assuntos políticos profanam um templo maçônico, é no mínimo um desvio de regra das coisas da convivência humana e que fazem parte do desenvolvimento da humanidade. Abstrair desta regra, excetuá-la, isto que é a Arte ou Ciência de governar povos, é uma acefalia que devemos contestar. Senão expurgá-la de nossas idéias e ideais.

Finalizando... A maçonaria é sim um carro forte, para quaisquer das coisas que se liga ou se diga a humanidade. Ela é a CONGREGAÇÃO TEMPLO, de todas as idéias e ideais de maçons, se assim não fosse não teria sentido de existir. UM MAÇOM UM PENSAMENTO, MILHÕES DE MAÇONS UMA MAÇONARIA.

T:.F:.A:.
EfeGueiros

 

Queridos, exponho aqui mais algumas opiniões que nos mandaram.
Irm Pedro Vasquez, S.Paulo
Arrisco afirmar que D. Pedro I foi iniciado na Ordem, convenientemente, por razões essencialmente políticas.

Acrescenta “que D. Pedro, numa mesma data teria sido iniciado, elevado, exaltado e conduzido ao Grão-Mestrado da Maçonaria no Brasil, e que teria adotado o nome simbólico de Guatimozim, em homenagem ao último Imperador asteca do México que resistiu em 1522 ao conquistador espanhol Cortez.”  (por Luiz Gonzaga da Rocha)

E prossegue: ... Simbolicamente, Pedro I considerou-se, à semelhança de Guatimozim, disposto a sacrificar-se pelo Brasil, honrando o título de Defensor Perpétuo do Brasil, que o Grande Oriente Brasílico ou Brasiliano lhe concedera em 13 de maio de 1822. (do mesmo autor)

Do Rio de Janeiro, Eliezer de Castro:
Manos, Era costume na Inglaterra e na Rússia, entre outros países, reis, imperadores e Czares serem agraciados com títulos de Grão-Mestres de suas potências, visando a facilidades em obter prestigio, favores e força política.