

Ricardo Bergamini
(48) 4009-2091
ricoberga@terra.com.br
rbfln@terra.com.br
Ricardo Bergamini
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ricoberga@terra.com.br
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O autor é Professor de Economia.

Carga tributária e juro são termômetros, não febre
Nota: Estudo completo ler: "Prestação de Contas do Governo Lula" disponível em nosso sítio abaixo mencionado.
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Nota: Arquivos oficiais do governo brasileiro estão disponíveis aos leitores.
Basta solicitar.
É o nosso Brasil dos discursos, e da masturbação mental ideológica, mas de muito pouca ação efetiva na defesa da liberdade de opinião e expressão.
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“Somente os profetas enxergam o óbvio” (Nelson Rodrigues)
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Na história política brasileira sempre tivemos as Forças Armadas como poder moderador dos graves conflitos brasileiros, porém tendo sido transformadas em Forças Armadas de Brancaleone, nada poderão fazer. Daqui por diante no Brasil será cada um por si e Deus contra todos
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Reflexão do Autor: Andrei Pleshu, filósofo romeno.
“No Brasil, ninguém tem a obrigação de ser normal. Se fosse só isso, estaria bem. Esse é o Brasil tolerante, bonachão, que prefere o desleixo moral ao risco da severidade injusta. Mas há no fundo dele um Brasil temível, o Brasil do caos obrigatório, que rejeita a ordem, a clareza e a verdade como se fossem pecados capitais. O Brasil onde ser normal não é só desnecessário: é proibido. O Brasil onde você pode dizer que dois mais dois são cinco, sete ou nove e meio, mas, se diz que são quatro, sente nos olhares em torno o fogo do rancor ou o gelo do desprezo. Sobretudo se insiste que pode provar”
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"O Distrito Federal, que nada produz além de corrupção, tem o maior PIB PER CAPITA do Brasil de R$ 16.361,00. O menor é Maranhão com R$ 1.949,00" Ricardo Bergamini.
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E a estupidez coletiva brasileira, unida e em silêncio, caminha para os braços de Hugo Cháves e de Fidel Castro. Avança Brasil! (para o abismo).
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"O manicômio tributário brasileiro é altamente concentrador de renda, senão vejamos: apenas 33,11% da carga tributária da União são oriundas das Receitas Tributárias (qualitativas - incidem somente sobre a renda e o lucro), os 66,89% restantes são oriundas das Receitas de Contribuições (quantitativas - incidem, direta ou indiretamente, sobre todos os brasileiros de forma eqüitativa - sejam milionários ou miseráveis)" (Ricardo Bergamini).
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"O Distrito Federal tem a maior RENDA PER CAPITA do Brasil de R$ 16.361,00. O segundo lugar cabe ao Rio de Janeiro com R$ 11.459,00" (IBGE).
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O FALIDO ÓTIMO vive bem obtendo empréstimos. Primeiro toma emprestado o máximo que pode aos prestamistas de baixo custo e, quando essa fonte se esgotou ele toma emprestado o máximo possível aos prestamistas de alto custo. Usa esses fundos dos novos empréstimos para pagar as despesas de juros e amortizações sobre os empréstimos pendentes. A única razão porque deseja servir a dívida é para proteger sua classificação de crédito"
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"Um estado injusto com os seus próprios membros, jamais poderá praticar uma política de justiça social e distribuição de renda" (Ricardo Bergamini).
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"Se os brasileiros tivessem conhecimento da sua própria tragédia haveria suicídio em massa" (Ricardo Bergamini).
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"No Brasil a luta não está sendo travada entre esquerda e direita, mas sim entre estupidez e racionalidade". Ricardo Bergamini.
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"O Brasil é uma nação órfã, refém do seu estado" Ricardo Bergamini.
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| Comunicados |
Amazônia à Venda |
Ricardo Bergamini
12 de Março
Vejam como competência é importante: segundo o Carlos Chagas, o FHC fez a asneira de propor, e o govêrno do molusco exorbitou na asneira de fazer aprovar e estar implementando. Ambos extrapolaram na incompetência e abriram o caminho para a "internacionalização" da Amazônia. No mínimo total incompetência quanto à preservação e ao desenvolvimento da área amazônica.
Luiz A. Góes
Amazônia à venda
Carlos Chagas
BRASÍLIA - Nem tudo está perdido. Esta semana, o Senado parou. Parou e tremeu com a denúncia feita pelo senador Arthur Virgílio, a respeito da amazônica brecha aberta pela Lei de Concessão de Florestas Públicas, aprovada no começo do governo Lula. Para o líder do PSDB, é inadmissível que um milionário sueco-americano se tenha vangloriado de haver adquirido, na Amazônia, área igual à da Grande Londres, da qual, através de parcerias com grandes grupos internacionais privados, anunciou que buscará tirar proveito comercial, explorando e vendendo tudo o que existe em seus limites, da madeira à biodiversidade e ao subsolo.
O indigitado personagem da denúncia chegou a declarar à imprensa dispor de força política para mudar o protocolo de Kioto, assinado pelas principais nações do planeta, em defesa do meio ambiente. Seria uma espécie de "liberou geral" na Amazônia.
Arthur Virgílio cobrou providências do governo federal e do governador do Amazonas, para quem, conforme acentuou, tratou-se da aplicação da lei entre dois entes privados, não cabendo intervenção do poder público.
É preciso descer à raiz do problema. Essa lei celerada foi proposta ao Congresso pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, que até antes de sua aprovação pelo Congresso fez propaganda dela na Europa, convidando empresários e governos a adquirirem parcelas da floresta amazônica. Veio o governo Lula e imaginou-se a retirada do projeto, por bater de frente com a pregação do candidato, retoricamente nacionalista e cultor da soberania nacional. Ledo engano. O Lula seguiu na mesma linha e fez aprovar a lei, que sancionou sob os aplausos da ministra Marina Silva, do Meio Ambiente e do PT.
Pelo texto, qualquer cidadão ou empresa nacional ou estrangeira fica autorizado a comprar a floresta por um período de 40 anos, renováveis por mais 40, para extrair madeira e apropriar-se da biodiversidade, patenteando milhares de recursos vegetais ainda desconhecidos da ciência, assim como explorar o subsolo.
O resultado é que a Amazônia vem sendo vendida. Dilapidada. O próprio sueco-americano, referindo-se aos milhões que pagou pelo seu pedaço, vangloriou-se de que a Amazônia inteira pode ser comprada por 50 bilhões de dólares. Foi o que recomendou aos bancos internacionais.
Na sessão onde a denúncia de Virgílio foi feita, seguiram-se dezenas de apartes, todos na condenação da iminência da perda total da propriedade do nosso território. Trata-se da internacionalização da região, há tantas décadas e até há séculos cobiçada pelas nações ricas, sob o pretexto de que a Amazônia pertence à Humanidade e os brasileiros não têm capacidade para cuidar dela. O crime praticado é de lesa-pátria, pelo qual deveriam responder os presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva. Eles e o Congresso, que aprovou o projeto.
Nas terras adquiridas de acordo com essa lei, fica o poder público impedido de atuar, abrindo-se outra alternativa, no caso para os que pretendem manter intocada a mais rica reserva natural do mundo. Depois de receberem a concessão, poderão mandar os amazônidas embora de suas glebas, proibindo qualquer projeto nacional de desenvolvimento.
Conforme o senador Gilberto Mestrinho, a internacionalização da Amazônia só não aconteceu até hoje graças ao Exército, às Forças Armadas. Para ele, a visão colonizadora dos países ricos permanece a mesma, só que agora estimulada pelo próprio governo brasileiro.
O grave nessa história é a acomodação da maior parte da mídia, há muito aberta para falsas denúncias de que o Brasil queima a floresta, acabando com o pulmão do mundo. Não é verdade. O oxigênio exarado de dia é substituído pelo gás carbônico, à noite.
Não dá para entender como a ministra Marina Silva se tenha deixado enredar pelas falácias dos neoliberais defensores da lei de concessões, ela que sempre formou na primeira linha de defesa do patrimônio amazônico. Estará iludida pela versão de que os estrangeiros, tão bonzinhos, vão comprando a floresta para mantê-la intocada, respeitando até a biodiversidade.
Pelo jeito, nunca ouviu falar daquele laboratório japonês que contrabandeou espécimes da flora medicinal da região e, lá de Tóquio, patenteou remédios que hoje compramos deles. Trata-se de um sinal dos tempos, até irônico, porque essa mais nova denúncia acaba de ser feita por um tucano. O senador Arthur Virgílio é o líder do PSDB.
Amigo Luiz Goes
A Amazônia é a região compreendida pela bacia do rio Amazonas, a mais extensa do planeta, formada por 25.000 km de rios navegáveis, em cerca de 6.900.000 km2, dos quais aproximadamente 3.800.000 km2 estão no Brasil. Já a Amazônia Legal, estabelecida no artigo 2 da lei nº 5.173, de outubro de 1966, abrange os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, parte do Maranhão e cinco municípios de Goiás. Ela representa 59% do território brasileiro, distribuído por 775 municípios, onde viviam em 2000, segundo o Censo Demográfico, 20,3 milhões de pessoas (12,32% da população nacional), sendo que 68,9% desse contingente em zona urbana (IBGE).
Durante os 508 anos de deformação história do Brasil a região Amazônica sempre foi considerada, pela sociedade brasileira quanto pelos seus governantes, como sendo um imenso um terreno baldio, sem nenhuma utilidade. Haja vista que, conforme quadro demonstrativo abaixo, a presença do poder público federal se concentra (59,97% no Distrito Federal e 17,41% no Rio de Janeiro).
Creio ser muito cinismo e hipocrisia nossa repentina preocupação com a região. Somente ficaria faltando propostas idiotas e imbecis tipos: abraçar a Lagoa Rodrigo de Freitas no Rio de Janeiro, em defesa da Amazônia, ou criação do Dia da Consciência da Amazônia com feriado e desfile de Escolas de Samba no Rio de Janeiro.
Reflexão Sobre os Gastos com Pessoal da União, por Unidade da Federação – Fonte MF.
Base: Ano de 2007
Unidade da Federação |
R$ Bilhões |
% |
Distrito Federal |
76,1 |
59,97 |
Rio de Janeiro |
22,1 |
17,41 |
Demais 25 Estados |
28,7 |
22,62 |
Total |
126,9 |
100,00 |
77,38% dos gastos com pessoal da União se concentram no Distrito Federal (59,97%), e no Rio de Janeiro (17,41%).
Arquivos oficiais do governo estão disponíveis aos leitores. |
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Atenção!
O Brasil tem hoje:
276 mil Fundações e Associações sem fins lucrativos;
1,5 milhão de pessoas trabalham nelas;
17,5 bilhões/ano são gastos entre salários e outras remunerações;
1/3 estão em São Paulo e Minas Gerais:
- São Paulo = 21%
- Minas Gerais = 13%
62% foram criadas a partir dos anos 90.
Fonte: IBGE e IPEA
"Os sábios ensinam, os ignorantes têm opinião formada sobre tudo, os estúpidos governam, e Deus puni os estúpidos atendendo as suas preces" (Ricardo Bergamini).
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"No manicômio do edifício (Brasil) somente os empregados participam do debate. Os condôminos são impedidos de participar"
Ricardo Bergamini.
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“A internet acabou com a reserva de mercado para o saber e o conhecimento”
Ricardo Bergamini.
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"As notícias boas nós divulgamos, as ruins escondemos"
Rubens Ricupero, ministro da parabólica do governo Itamar Franco.
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"Os brasileiros estão batendo palmas para bêbados dançarem"
(Ricardo Bergamini).
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"No estado brasileiro não existem inocentes, são todos cúmplices por omissão, covardia ou conivência"
Ricardo Bergamini
"No Brasil todas as ideologias existentes são aliadas históricas na manutenção dos seus imorais privilégios públicos" (Ricardo Bergamini).
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"O direito sagrado da liberdade de opinião deve ser uma luta diária de todos os brasileiros" (Ricardo Bergamini).
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"Especuladores são grupos altamente profissionalizados e com informações privilegiadas (Insider Information), que apostam sempre em sentido contrário aos discursos mentirosos dos políticos, e sempre ganham"
Ricardo Bergamini.
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"O Brasil sempre foi governado por grupos, patotas e falanges"
Ricardo Bergamini.
"Desde D. João VI, o estado brasileiro sempre foi uma usina geradora de concentração de renda e injustiças sociais, haja vista ter sido o Brasil um dos países que mais cresceu no século XX", entretanto é o segundo pior país em distribuição de renda, ganhando apenas de Serra Leoa, na África, segundo estudo do IPEA"
(Ricardo Bergamini).
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"A estupidez coletiva brasileira perdeu a capacidade de distinguir a abissal diferença existente entre: Economia e Finanças"
Ricardo Bergamini.
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"O Universo e a estupidez humana são infinitos" (Albert Aisten
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" O Brasil, que está entre os três países mais desiguais do mundo, detém o recorde na América Latina: os 10% mais abastados têm uma renda equivalente a 32 vezes o que recebem os 40% mais pobres" (ONU, relatório divulgado em 25 de agosto de 2005).
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"A república sindicalista brasileira é um verdadeiro manicômio nas distorções salariais existentes entre os poderes" (Ricardo Bergamini).
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"A estupidez coletiva brasileira transformou o estudo científico de economia, num debate neurótico de tesouraria" Ricardo Bergamini.
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"A estupidez coletiva brasileira prega a redução da carga tributária, sem nenhum compromisso com a orgia dos gastos públicos. Pouco importando no debate, se o Gabinete da Presidente da República gaste R$ 3,9 bilhões, enquanto o Ministério do Meio-Ambiente gaste R$ 2,5 bilhões, ou seja: 35,90% menos" (Ricardo Bergamini).
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"No Brasil as pessoas não são avaliadas pelo seu saber e conhecimento, mas sim pelos seus cargos, títulos e patentes".
Ricardo Bergamini.
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Enquanto a estupidez coletiva brasileira debate, histericamente, os gastos com cartões corporativos, com custos anuais em torno de R$ 75,0 milhões, a orgia das viagens reina absoluta deitada eternamente em berço esplendido. fev 2008 |