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----- Original Message -----
From: <marcoscastelobrancocoimbra@oi.com.br
To: "Ana" <ana_prudente@uol.com.br
Cc: "Sueli Bessa" <beagatha@yahoo.com.br
Sent: Sunday, November 22, 2009 9:45 AM
Subject: Re: (Esclarecimentos) Alguém se lembra? CONSEGUI!!!! E COM MATÉRIA
COMPLETA DACORRUPÇÃO
Estimada amiga Ana Prudente:
Grato pela mensagem e pelos devidos esclarecimentos.
Não é a primeira vez que sou prejudicado por esa homonímia.
O dono do Vox Populi é Marcos Antonio Coimbra, mas assina apenas Marcos
Coimbra. É filho do embaixador Marcos de Sálvio Coimbra, cunhado do
Collor.
Basta entrar na minha página www.brasilsoberano.com.br para verificar
que somos bem diferentes em tudo, a começar pela fotografia. Ele é bem
mais moço do que eu.
Agradeço a sua oportuna e corajosa iniciativa em restabelecer a verdade
dos fatos.
É bom possuir amigas assim.
Abraços amigos,
Marcos Coimbra
Mensagem Original:
Data: 01:07:27 22/11/2009
De: Ana <ana_prudente@uol.com.br
Assunto: (Esclarecimentos) Alguém se lembra? CONSEGUI!!!! E COM MATÉRIA
COMPLETA DA CORRUPÇÃO
Sueli
Solicito um favor URGENTE de sua parte, esclarecendo uma coincidência de
nomes e não posso deixar que se faça uma injustiça.
O Professor Marcos Coimbra, que mora no Rio de Janeiro, do corpo da ESG e
CEBRES "NÃO É O MESMO CITADO NA MATÉRIA QUE SEGUE".
Posso afirmar que não se trata da mesma pessoa, embora isso já não seja
novidade para "nosso" o Marcos Coimbra, autor do artigo enviado
pela Cida.
Conheço o autor do artigo, o qual é meu amigo e defende as nossas
posições.
Não se trata deste outro Marcos Coimbra., do Vox Populi de Belo Horizonte;
Por gentileza, repasse estes meus esclarecimentos a todos os seus contatos
que receberam a sua mensagem.
Grata
Ana Prudente
----- Original Message -----
From: Sueli Bessa
To: "Undisclosed-Recipient:;"@smtp146.mail.mud.yahoo.com
Sent: Sunday, November 22, 2009 12:41 AM
Subject: Fw: Alguém se lembra? CONSEGUI!!!! E COM MATÉRIA COMPLETA DA
CORRUPÇÃO
VEJA SE A MATÉRIA ABAIXO AJUDA. VOCÊ SABIA DISSO, EU NÃO!
HOME: REVISTA: BRASIL 06/04/2005
ISTOÉ - Independente
O dossiê da discórdia
Parente é serpente: caçula da família foi peça
fundamental no impeachment
EXCLUSIVO
Negócio em família II
Collor acusa Collor
Leopoldo diz que emprestou
US$ 2,2 milhões para o irmão
Fernando comprar o "dossiê Cayman"
Mário Chimanovitch
Em situação financeira delicada e correndo o risco de ser condenado
e ir para a cadeia, já que foi indiciado juntamente com a quadrilha de
Miami acusada de forjar o chamado ?dossiê Cayman?, Leopoldo Affonso Collor
de Mello acusa seu irmão, o ex-presidente Fernando Collor, de ter comprado
os documentos falsificados com um duplo objetivo: auferir lucro e se
beneficiar politicamente. Ele pretendia revendê-los a adversários de FHC
e, ao mesmo tempo, obter possíveis vantagens junto ao tucanato. Leopoldo
revelou a ISTOÉ que seu papel na história do ?dossiê Cayman? foi o de
emprestar cerca de US$ 2,2 milhões ao irmão, que prometeu ressarci-lo com
um ágio de 50%, ?tamanha era a certeza de que o golpe daria certo?,
afirma. A história do dossiê começa em 1998, quando foram colocados à
venda papéis falsos sobre uma empresa off shore nas Bahamas, que teria US$
368 milhões e seria de propriedade de membros da alta cúpula do governo
Fernando Henrique Cardoso. ?Hoje não tenho dinheiro sequer para pagar as
contas básicas de minha casa e vi
vo graças ao auxílio esporádico de alguns poucos amigos. Fernando não
devolveu o dinheiro que lhe emprestei e se recusa a atender a meus
telefonemas?, reclama.
Leopoldo Collor vai além. Revela que o irmão tem muito dinheiro no
Exterior, mais precisamente no banco UBS de Genebra, na Suíça, mas alega
não poder movimentar a conta porque existiria um impedimento legal. ?Na
última vez em que ele atendeu a uma ligação minha, isso tem mais de dois
meses, disse que estava tentando liberar o dinheiro para me pagar.
Indaguei como é que ele conseguiria isso. Respondeu-me que estava
acionando um esquema muito seguro, intermediado pelo sobrinho Marcos
Coimbra, dono da agência de pesquisas Vox Populi, de Belo Horizonte.?
Segundo revela Leopoldo, o ex-presidente confidenciou-lhe que ?Marcos
Coimbra tem amizades muito poderosas na cúpula financeira do Partido dos
Trabalhadores, incluindo-se aí o próprio tesoureiro, Delúbio Soares. E que
o dinheiro na Suíça seria liberado mediante o pagamento de uma polpuda
comissão, que poderia girar entre 40 e 50%.?
Tesoureiro: Delúbio Soares, caixa do PT, citado por Collor
Delírio ? ISTOÉ ouviu Fernando Collor por telefone em sua residência
de Maceió. O ex-presidente negou tudo e disse que Leopoldo deve ?estar
delirando?. Insistiu que ?está muito preocupado com a situação do irmão? e
que, se existe realmente a conta no banco UBS de Genebra, ?estou pronto a
outorgar uma procuração de plenos poderes a Leopoldo para que ele retire o
dinheiro?. O ex-presidente disse que está se repetindo a mesma situação
que enfrentou com seu irmão Pedro (leia abaixo). ?É como se fosse uma
maldição, um karma pelo qual devo passar. Primeiro foi Pedro, com aquelas
acusações terríveis contra mim e meu governo. Agora é Leopoldo querendo
destruir-me com uma história completamente absurda.?
ISTOÉ tentou por diversas vezes ouvir Marcos Coimbra. Inúmeras
ligações telefônicas foram feitas para os escritórios da Vox Populi. Um
e-mail foi enviado para a secretária de Coimbra, Andréa, com as
declarações de Leopoldo e pedindo uma manifestação a respeito. Nenhum
retorno foi dado e tampouco o e-mail foi respondido. O tesoureiro do PT,
Delúbio Soares, também não respondeu.
É claro que não iria responder! (grifo meu)
Procurado pela segunda vez, Leopoldo Collor confirmou o que já
dissera e fez novas revelações. Afirmou que o ex-presidente chegou a
viajar a Miami para negociar diretamente com o pastor Caio Fábio a compra
do ?dossiê?. ?Fernando voltou entusiasmado. Ele me disse que se tratava de
um negócio muito grande e pediu-me que viajasse a Miami para checar o
assunto. Viajei com passagens pagas pela Gazeta de Alagoas, o jornal da
família administrado por Fernando. O assunto realmente me pareceu muito
sério e foi por isso que lhe emprestei o dinheiro.? Em tom irônico,
Leopoldo diz que não era de se esperar que Fernando confirmasse a
história: ?Ele não é bobo, disso nós sabemos. Mas posso refrescar-lhe a
memória quanto à existência da conta no banco suíço: em 1995, por exemplo,
foram feitas duas remessas para essa conta. Em 31 de maio foram remetidos
US$ 700 mil e em 31 de junho mais US$ 700 mil. Na realidade, ocorreram
sete remessas naquele mesmo ano e uma delas, cujo montante não me recordo,
foi feita para a conta de um conhec
ido senador alagoano.? Leopoldo afirma que o dinheiro que Fernando mantém
no Exterior ?tem origem suspeita, já que as contas eram operadas pelo PC
(Paulo César Farias), assassinado com a amante em Maceió?.
Articulação: Marcos Coimbra teria os contatos para liberar
grana
Na Justiça ? O ?dossiê Cayman? começou a ser julgado no dia 9 de
novembro do ano passado, pela 10ª Vara Federal de Brasília. A papelada era
um feixe de fotocópias com supostos registros de empresas montadas em
paraísos fiscais, falsificados por fugitivos da Justiça brasileira que
viviam em Miami. Com ele tentou-se chantagear o então presidente Fernando
Henrique e seus ministros José Serra (Saúde) e Sérgio Motta
(Comunicações). O governador Mário Covas também seria alvo do golpe.
Leopoldo Collor foi acusado pelo crime de denunciação caluniosa, uso de
documento falso, falsidade ideológica e evasão de divisas. Se condenado,
poderá pegar até seis anos de prisão. O caso atingiu também o ex-diretor
da Polícia Federal, delegado Vicente Chelotti, e o diretor da Interpol no
Brasil, delegado Washington Mello. Ambos são réus no processo.
Serão julgados pelo envolvimento com o ?dossiê Cayman? Honor
Rodrigues da Silva, Claudia Maria Rivieri, João Roberto Barusco, Ney Lemos
dos Santos, Leopoldo Affonso Collor de Mello, Luiz Cláudio Ferraz da Silva
e os delegados federais Vicente Chelotti e Washington do Nascimento Mello.
----- Original Message -----
From: Maria Aparecida Fraga Ferreira
To: brasilparavaler@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, November 22, 2009 12:15 AM
Subject: Alguém se lembra?
Estou tentando me lembrar de quem este Marcos Coimbra é parente e não
consigo, na NET não acho. Foi de Collor ou FHC? Alguém se lembra?
A ADMINISTRAÇÃO LULA E OS APOSENTADOS
Prof. Marcos Coimbra
Membro efetivo do Conselho Diretor do CEBRES, Professor aposentado de
Economia na UERJ e Conselheiro da ESG.
Artigo publicado em 01/03 no Vila em Foco
O senador Paulo Paim (PT-RS) está lutando para corrigir uma séria
injustiça cometida contra os aposentados e pensionistas, há diversas
administrações, mas agudizada no presente mandato. Afinal, aposentadorias
e pensões pagas pela Previdência Social poderão ter os seus valores
atualizados ano a ano. A intenção é recuperar o valor do poder aquisitivo
desses benefícios, de forma a garantir o mesmo número de salários mínimos
que eram recebidos na data da concessão da aposentadoria ou da pensão. A
proposta foi aprovada no dia 12.11.08 pela Comissão de Assuntos Sociais
(CAS) ao adotar, em turno suplementar, substitutivo da Comissão de
Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) ao texto original do projeto (PLS
58/03) de autoria do senador Paim.
O projeto foi votado pela CAS em decisão terminativa. De acordo com o
substitutivo da CCJ acolhido pela CAS, será criado um novo parâmetro de
atualização do poder de compra dos benefícios pagos a aposentados e
pensionistas: é o Índice de Correção Previdenciária - ICP - resultante da
divisão do salário de benefício (a aposentadoria) pelo menor salário de
benefício pago pelo Regime Geral da Previdência Social. Segundo o texto
aprovado, na data da aposentadoria, cada segurado passará a ter um ICP
individual, a ser usado para cálculo dos reajustes por toda a vida.
Contudo, a bancada governista é contra, afirmando que não há recursos
suficientes. Ora, a atual administração Lula está preocupada em mostrar
serviço aos ?donos do mundo, demonstrando que vai continuar pagando cerca
de R$ 160 bilhões de juros ao ano, em função da dívida interna, além de
mais de US$ 7 bilhões também de juros ao ano, decorrente da dívida
externa. Para isto, procura tirar recursos de todos os lados para atender
às imposições dos rentistas nacionais e internacionais, remunerados com a
maior taxa real de juros no mundo.
Um exemplo disto é a idéia fixa desta administração em extorquir os
aposentados, em especial os servidores públicos, civis e militares. Na
reforma da previdência aprovada, sob a alegação de que as contribuições do
funcionalismo público federal ativo são inferiores ao despendido para
pagamento dos aposentados, a administração Lula conseguiu o absurdo de
taxar os aposentados de modo escorchante. Ora, numa época de estipêndios
congelados, porém de custo de vida crescente, nele incluídos os impostos
majorados (sempre em UFIR's e outras) de toda ordem, tal ato é uma
violência inaudita.
Na primeira investida contra o bolso dos servidores, principalmente dos
aposentados, a administração anterior de FHC só não obteve sucesso, graças
à decisão da Justiça que impediu o saciar do apetite da goela escancarada
dos carrascos. Valendo-se do direito da força, os atuais dirigentes do
país conseguiram modificar a Constituição, aquela mesma que juraram
defender.
Agora, procuram negar aos aposentados e pensionistas pelo INSS o direito
líquido e certo de manutenção do valor de seus benefícios, em
contrapartida às contribuições feitas durante todo seu período de
trabalho. Muitos cidadãos chegaram a contribuir sobre 20 salários mínimos
e hoje ganham de benefício pouco mais de R$ 1.000,00 mensais. Isto porque
os benefícios não estão sendo corrigidos da mesma forma que o reajuste do
salário mínimo. Desta forma, a tendência é que, em futuro não remoto,
todos passem a receber pouco mais de um salário mínimo. E o argumento de
que a Seguridade Social é deficitária é falso. Já foi demonstrada várias
vezes, inclusive neste espaço, que ela é altamente superavitária,
considerando-se a Constituição em vigor que disciplina as fontes de
arrecadação da Seguridade Social (Cofins, CSLL etc.).
Aposentadoria é instituto universal para permitir que o trabalhador possa
viver condignamente o final da vida, quando lhe falecem as forças para o
trabalho. O então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) foi
enfático, ao declarar ao jornal "O Povo", de Fortaleza: "O que posso dizer
em tese, é que o Congresso pode elaborar as emendas que desejar. Só que
elas terão que respeitar direitos e garantias individuais, que constituem
cláusula pétrea. Vale dizer, constituem matéria que o poder constituinte
derivado, instituído ou de emenda, não pode alterar (art. 60,§ 4o, VI), ou
seja emenda constitucional não pode prejudicar direitos e garantias
individuais, entre eles o direito adquirido (art. 5°, XXXVI). E o artigo
60,§ 4o, IV, é taxativo:" não será objeto de deliberação a proposta de
emenda (constitucional) tendente a abolir: os direitos e garantias
individuais ".
Se o Tesouro Nacional passa por dificuldades de caixa,
muito se deve aos desmandos do passado, quando as sucessivas
administrações acabaram com as reservas acumuladas durante dezenas de
anos, fruto das contribuições dos trabalhadores, desviadas para outros
fins. Também nunca, ao longo dos tempos, cumpriram sua obrigação de pagar
sua parcela de contribuição. Somando-se a tudo isto o descalabro dos
Estados da Federação, encalacrados em parte com a folha de pagamento a
"marajás", cuja fatura acaba sendo paga pela União, além da corrupção
reinante, em quase todas as atividades, não é difícil descobrir as causas
da atual situação. Além disto, com cerca de 40 ministérios e dezenas de
milhares de comissionados nomeados, não há como afirmar que não existem
recursos.
Os indefesos aposentados vivem dias de inquietude pelo que ainda
possa vir. Já falcatruas contra a previdência que se transformaram em
fortunas amealhadas e localizadas, são tratadas no ritmo da lerdeza
burocrática, quando não postergadas. Por que o esforço principal em cima
de aposentados com parcos salários, deixando de lado os titulares de
régias aposentadorias que pululam por cima de "leis legais", outorgadas em
conchavos legislativos? Transformar o aposentado em vilão da economia é
atestar a própria incapacidade na solução de um problema que atinge a
sociedade como um todo.
A solução principia pela escolha em 2010, por parte dos
eleitores, de candidatos que não pertençam ao sistema corrompido que aí
está, procurando nomes alternativos, capazes de defender os ideais de um
país soberano, com justiça e paz social, e de lutar para eliminar a
corrupção endêmica que agride a Nação, em todos os níveis de
administração.
--
Cida Fraga
Faltam 405 dias!
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