Levo ou deixo?
Enviada pelo Mano Reinaldo A. Rozzatti
Primeira vez que vejo Rui Barbosa em piada.
Diz a lenda que Rui Barbosa, ao chegar em casa, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal.
Chegando lá, constatou haver um ladrão tentando levar seus patos de criação.
Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com seus patos, disse-lhe:
- Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa.
Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à qüinqüagésima potência que o vulgo denomina nada.
E o ladrão, confuso, diz:
- Dotô, resumino, eu levo ou deixo os pato?'
Dois homens condenados à cadeira elétrica foram levados para a mesma ante-sala no dia da execução. O padre lhes deu a extrema unção, o carcereiro fez o discurso formal e uma prece final foi rezada pelos participantes.
O carrasco, voltando-se ao primeiro homem, perguntou:
- Você tem um último pedido?
- Tenho... Como eu adoro pagode, gostaria de ouvir o CD dos Travessos, Só Pra Contrariar, Negritude Jr., Karametade, Katinguelê, Os Morenos, o Belo e pela última vez antes de morrer, se for possível, o CD do É O Tchan, Asa de Águia, Araketu e KI-Loucura e o Créu.
- Ok - Respondeu o carrasco.
O carrasco virou para o segundo condenado e perguntou:
- E você, qual seu último pedido?
- Posso morrer primeiro?
Um jovem vendedor ambulante oferecia, numa cidadezinha do interior, um maravilhoso "Elixir da Longa Vida".
Na praça central, gritava com eloqüência:
- Todo dia tomo uma colher de elixir e olhem que já vivi 300 anos!
Ouvindo isso, os espectadores logo correram às bancas abarrotadas de vidros, onde um garoto atendia a multidão.
Foi quando alguém, resolveu desmascarar a charlatanice e perguntou ao garoto, em voz alta e firme pra todo mundo ouvir:
- Que história essa? O seu patrão já viveu trezentos anos?
- Não tenho certeza - respondeu o menino. - Só trabalho para ele há 120 anos.
O sujeito estava sendo interrogado no tribunal:
- Quer dizer que depois de sair da casa da vítima levando mais de 20 mil dólares, você voltou para roubar as jóias e as obras de arte da família?
- Foi quando eu me lembrei que só o dinheiro não traz felicidade!
Vida longa e próspera !!!
Aquele, condenado à morte, senta-se na cadeira para ser eletrocutado.
- De acordo com a lei, o senhor tem o direito de solicitar o seu último desejo - diz o diretor do presídio.
- Eu gostaria que o senhor segurasse a minha mão!
Num julgamento, o promotor interroga o assaltante:
- E na hora de abrir o cofre, o senhor não sentiu medo?
- Senti sim senhor! - respondeu o acusado. - Senti muito medo de que ele estivesse vazio.
Um jovem vendedor ambulante oferecia, numa cidadezinha do interior, um maravilhoso "Elixir da Longa Vida".
Na praça central, gritava com eloqüência:
- Todo dia tomo uma colher de elixir e olhem que já vivi 300 anos!
Ouvindo isso, os espectadores logo correram às bancas abarrotadas de vidros, onde um garoto atendia a multidão.
Foi quando alguém, resolveu desmascarar a charlatanice e perguntou ao garoto, em voz alta e firme pra todo mundo ouvir:
- Que história essa? O seu patrão já viveu trezentos anos?
- Não tenho certeza - respondeu o menino. - Só trabalho para ele há 120 anos.
O sujeito estava sendo interrogado no tribunal:
- Quer dizer que depois de sair da casa da vítima levando mais de 20 mil dólares, você voltou para roubar as jóias e as obras de arte da família?
- Foi quando eu me lembrei que só o dinheiro não traz felicidade!
Vida longa e próspera !!!
Aquele bandido muito, condenado à morte, senta-se na cadeira para ser eletrocutado.
- De acordo com a lei, o senhor tem o direito de solicitar o seu último desejo
- diz o diretor do presídio.
- Eu gostaria que o senhor segurasse a minha mão!
Num julgamento, o promotor interroga o assaltante:
- E na hora de abrir o cofre, o senhor não sentiu medo?
- Senti sim senhor! - respondeu o acusado. - Senti muito medo de que ele estivesse vazio.
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