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Col do Irm José Francisco Rodrigues
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Entra
um baixinho "violentíssimo" num bar e berra:
- Tem algum valente aqui que queira brigar com outro valente?
Silêncio... Os barra-pesadas se entre-olham... Um
grandão levanta-se de uma mesa lá do fundo
e aproxima-se do baixinho que não perde a calma e
fala apontando para o Homem:
- Muito bem, muito bem! Já temos um. Tem outro valente
que queira brigar com este valente?
Da Velhinha
O Promotor de Justiça chama sua primeira testemunha,
uma velhinha de idade bem avançada. Para começar
a construir uma linha de argumentação, o Promotor
pergunta à velhinha:
A senhora me conhece, sabe quem eu sou e o que faço?
-Claro que eu o conheço, Timmy! Eu o conheci bebê...
E, francamente, você me decepcionou. Você mente,
trai sua mulher, manipula as pessoas, espalha boatos e adora
fofocas. Você acha que é influente e respeitado
na cidade, quando na realidade é apenas um coitado.
Se eu o conheço... Claro que conheço!
O Promotor fica petrificado, incapaz de acreditar no que
estava ouvindo. Ele fica mudo, olhando para o juiz e para
os jurados. Sem saber o que fazer, ele aponta o advogado
de defesa e pergunta à velhinha:
-E o advogado de defesa, a senhora conhece?
-O Jimmy? É claro que eu o conheço! Desde
criancinha. Eu cuidava dele quando a mãe pedia. E
ele também me decepcionou. É preguiçoso,
puritano, alcoólatra e sempre quer dar lição
de moral nos outros, sem ter nenhuma pra si. Ele não
tem nenhum amigo e ainda conseguiu perder quase todos os
processos em que atuou...
Neste momento, o juiz pede que a senhora fique em silêncio,
chama o Timmy e Jimmy perto dele, se debruça na bancada
e fala baixinho aos dois?
-Se algum de vocês perguntar a esta mulher se ela
me conhece, vai sair desta sala preso!
Entre Turco e Judeu
Um turco pegou dinheiro emprestado de um judeu.
Acontece que o turco se gabava de nunca ter pago uma dívida
sequer.
Por outro lado o judeu nunca havia perdido nenhum centavo
em transação alguma.
Passa o tempo e o turco enrolando e se escondendo do judeu,
e este na captura do turco.
Até que um dia eles se cruzaram no bar de um português
e começaram uma discussão.
O turco encurralado não encontrou outra saída,
pegou um revólver encostou na cabeça e disse:
- Eu posso ir para o inferno, mas não pago essa dívida.
E puxou o gatilho, caindo morto no chão.
O Judeu não quis deixar por menos, pegou o revólver
do chão, encostou em sua própria cabeça
e disse:
- Eu vou receber esta dívida, nem que seja no inferno.
E puxou o gatilho, caindo morto no chão.
O português, que observava tudo, pegou o revólver
do chão, encostou em sua cabeça e disse, apertando
o gatilho :
- Pois eu não perco esta briga por nada...
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