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Samaúma

 

 

 

 

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De Governos & Políticos

 

 

 

 

 

Nas 4 fotos seguintes há explicações
para a causa desse acidente.
Analise e Ganhe um Doce como
prêmio de seu grande tirocínio

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Você queria que um avião com o Prefixo  PT-PAC decolasse ??????
 Aí já é esperar demais...

 


Desconhecido 
09/12/2008 

Lula na Inglaterra pergunta à rainha:
- Senhora rainha, como consegue escolher tantos ministros tão maravilhosos?
Sua majestade responde:
- Eu apenas faço uma pergunta inteligente. Se a pessoa souber responder ela é capacitada a ser ministro.
Vou lhe dar um exemplo. A rainha manda chamar Tony Blair e pergunta:
- Mr. Blair, seu pai e sua mãe têm um bebê. Ele não é seu irmão nem sua irmã. Quem é ele?
Tony Blair responde:
- Majestade, esse bebê sou eu.
Ela vira pra Lula:
- Viu só? Mereceu ser ministro.
Lula maravilhado volta ao Brasil. Chama a ministra
Dilma
Roussef e lasca a pergunta:
- Companheira Dilma, seu pai e sua mãe têm um bebê.
Ele não é seu irmão nem sua irmã. Quem ele é?
A ministra responde:
- Senhor presidente, vou consultar nossos assessores e a base aliada e lhe trago a resposta.
Vai então e cobra a resposta. Ninguém sabe.
Aconselham perguntar ao ex-presidente FHC, que é muito inteligente.
Dilma liga pra FHC:
- Fernando Henrique, aqui é a Dilma Roussef. Tenho uma pergunta pra você: se seu pai e sua mãe têm um bebê e esse bebê não é seu irmão nem sua irmã, quem é esse bebê?
O ex-presidente responde imediatamente:
- Ora senhora ministra, é lógico que esse bebê sou eu!
A ministra vai correndo levar a resposta:
- Sr. Presidente, se meu pai e minha mãe têm um bebê e esse bebê não é meu irmão nem minha irmã, é lógico que ele só pode ser o Fernando Henrique Cardoso.
Lula dá seu sorrisinho sabido e diz:
- Te peguei, companheira Dilma. Sua resposta está completamente errada... o bebê é o Tony Blair! 

 


Língua estrangeira


Um suíço, à procura de orientação sobre o caminho, pára o carro num acostamento onde há dois brasileiros.
- "Entschuldigung, koennen Sie Deutsch sprechen?" perguntou.
Os dois ficaram mudos...

-"Excusez-moi, parlez vous Français?" tentou ele.
Os dois continuaram a olhar para ele impávidos e serenos.

-"Prego signori, parlate Italiano?"
Continuaram calados.

-"Hablan ustedes Español?"
Nenhuma resposta.

-"Please, do you speak English?"
Nada...
Angustiado, o suíço desiste e vai embora.

Vicentinho vira-se para Lula e diz:
"Talvez devêssemos aprender uma língua estrangeira"
"Pra quê?" pergunta Lula. "Aquele idiota sabia cinco e não adiantou coisíssima nenhuma!"



Diferenças entre os Regimes de Governo e a Fábula Moderna


Col da Dra Norma S Maia

Socialismo:
Você tem duas vacas, o governo toma uma e dá para seu vizinho.

Comunismo:
Você tem duas vacas, o governo toma as duas, e dá a você um pouco de leite.

Fascismo:
Você tem duas vacas, o governo toma as duas e vende à você o leite.

Nazismo:
Você tem duas vacas, o governo mata você e toma as duas vacas.

Burocracia de Estado:
Você tem duas vacas, o governo toma as duas, mata uma e joga o leite da outra fora.

Democracia:
Você tem duas vacas, vende as duas para o governo, muda para cidade e consegue um emprego público.

Anarquismo:
Você tem duas vacas, mata as duas e faz um churrasco.

Capitalismo Selvagem:
Você tem duas vacas, vende uma compra um touro e o governo toma os bezerros como imposto de renda na fonte.

Roseanismo:
No Maranhão você tem a última vaquinha que resta, seca de fome, mas algum marqueteiro passa uma maquiagem nela ou filma um rebanho no Rio Grande do Sul e passa na novela das oito dizendo como os Sarney estão melhorando tudo por lá. Por isso você acaba votando nela.

A CRISE... POR UM AMERICANO 
Marc Faber 
05/12/2008 
O sujeito ao lado é americano, e se chama Marc Faber. Ele é analista de Investimentos e empresário. Em junho de 2008, quando o Governo Bush estudava lançar um projeto de ajuda à economia americana, ele encerrava seu boletim mensal com um comentário bem-humorado, não fosse trágico....Diz ele:

O Governo Federal está concedendo a cada um de nós uma bolsa de U$ 600,00.
Se gastarmos esse dinheiro no supermercado Wall-Mart, esse dinheiro vai para a China.
Se gastarmos com gasolina, vai para os árabes.
Se comprarmos um computador, vai para a Índia.
Se comprarmos frutas e vegetais, irá para o México, Honduras e Guatemala.
Se comprarmos um bom carro, irá para a Alemanha.
Se comprarmos bugigangas, irá para Taiwan e nenhum centavo desse dinheiro ajudará a economia americana.
O único meio de manter esse dinheiro na América é gastá-lo com prostitutas e cerveja, considerando que são os únicos bens ainda produzidos por aqui. Estou fazendo a minha parte... 



Fábula moderna

Há muitos anos atrás, num reino distante localizado entre
o Piauí e o Pará,
nascia uma menina pobre, mas que, apesar dos sofrimentos
por que passava, sempre via o lado bom da vida.

Seu nome: Pollyana Sarney.

Apesar de pobre, Pollyana nasceu em berço de ouro num
magnífico palácio à beira-mar.

Ainda criança, Pollyana não conseguia entender por que,
sendo de uma família tão pobre e miserável, ela vivia uma vida nababesca de princesa.

Seu bom pai então lhe explicou:

- Brasileiros e brasileiras e minha filha, toda a nossa
grana é oriunda da venda dos meus livros...

- Mas papai, como assim? Todo mundo sabe que 90% da
população do nosso reino é analfabeta! - obtemperou a ingênua criança filiada ao PFL (Partido da Fadas Liberais).

- Mas os meus livros têm multas figuras! - respondeu o seu paizinho imortal.

Claro, claro, papal! Como eu não tinha pensado nisso
antes! - respondeu a crédula e bondosa Pollyana..

Quando completou 15 anos, a jovem Pollyana Sarney debutou
e foi organizado um lindo baile na Ilha do Curupu, uma espécie de
Disneylândia particular que seu pai havia construido para ela.

- Mas por que no Curupu, papai? - perguntou a ingênua criatura.

- Porque você ainda é virgem, minha filha - respondeu o beletrista conservador do PMDB.

Nunca aquele reino havia visto uma festa tão suntuosa e imponente. Rios de champanhe francesa, cascatas de camarões, cordilheiras de
caviar russo e desfiladeiros de lagostas faziam a alegria dos
convidados. Feliz com aquela festa tão linda, a ingênua Pollyana perguntou ao seu extremoso pai:

- Mas, papai... se nossa família é tão pobre, como é que o senhor arrumou
dinheiro para uma festa tão acintosamente milionária?

- Minha filha - respondeu o senador, - você ainda é muito
jovem e ingênua! Isso aqui não é uma festa, é um projeto de
desenvolvimento regional que eu estou encaminhando na Sudam para acabar com a miséria no Maranhão...

- Claro, claro, papai - respondeu a jovem debutante, -
como é que eu não tinha pensado nisso antes?

Foi aí, nesse momento, que Alcione, a Marrom, tocou as
trombetas anunciando a chegada de um príncipe das Arábias e sua comitiva de 40 pessoas.

A comitiva era de 20%. Montado num elefante branco
construído com verbas da Sudene, o galante príncipe cafifa, quer dizer, califa, Murad, adentrou o recinto. Em seguida, Murad apeou do imenso paquiderme e beijou Pollyana Sarney. Naquele instante mágico quando o olhar de Pollyana cruzou com o do príncipe Murad, imediatamente os dois compreenderam que haviam sido feitos
um para o outro. E, ali mesmo, resolveram se casar e
constituir uma quadrilha, quer dizer, uma família. Murad então dirigiu-
se cheio de mesuras ao seu poderoso futuro sogro.

- Quanto é que sai a mão da sua filha? Bote preço -
indagou o galante príncipe.

- A mão só eu não vendo, só negocio o lote completo -
rebateu o extremoso poetastro.

- Dinheiro há! Dinheiro há! - respondeu na lata o cafifa,
quer dizer, califa.

Apesar de ser uma menina dócil e ingênua, Pollyana Sarney
também era uma mulher do seu tempo, feminista militante, ficou indignada
com aquela transação comercial onde a mulher era tratada como um
simples objeto de troca-troca político. Revoltada com o pai, Pollyana
resolveu fugir com o príncipe levando apenas a roupa do corpo.

- Meu pai, na condição de pré- candidata eu não posso
aceitar essa arcaica prática política das reacionárias oligarquias nordestinas!

E dito isso, abriu uma gaveta de onde tirou um milhão e
trezentos mil reais, tudo em notas de cinqüenta, montou um lindo cavalo branco e fugiu com Murad para um Paraíso Fiscal onde ninguém, nem mesmo a Receita, poderia perturbar
o seu amor idílico. E foram felizes para sempre..

 

 

O LEÃO E O RATO 
Millôr Fernandes 
05/12/2008 
Depois que o Leão desistiu de comer o rato porque o rato estava com espinho no pé (ou por desprezo, mas dá no mesmo), e, posteriormente, o rato, tendo encontrado o Leão envolvido numa rede de caça, roeu a rede e salvou o Leão (por gratidão ou mineirice, já que tinha que continuar a viver na mesma floresta), os dois, rato e Leão, passaram a andar sempre juntos, para estranheza dos outros habitantes da floresta ( e das fábulas). E como os tempos são tão duros nas florestas quanto nas cidades, e como a poluição já devastou até mesmo as mais virgens das matas, eis que os dois se encontraram, em certo momento, sem ter comido durante vários dias. Disse o Leão:

- Nem um boi. Nem ao menos um paca. Nem sequer uma lebre. Nem mesmo uma borboleta, como hors-d'oeuvres de uma futura refeição.

Caiu estatelado no chão, irado ao mais fundo de sua alma leonina. E, do chão onde estava, lançou um olhar ao rato que o fez estremecer até a medula. "A amizade resistiria à fome?" - pensou ele. E, sem ousar responder à própria pergunta, esgueirou-se pé ante pé e sumiu da frente do amigo (?) faminto. Sumiu durante muito tempo. Quando voltou, o Leão passeava em circulos, deitando fogo pelas narinas, com ódio da humanidade. Mas o rato vinha com algo capaz de aplacar a fome do ditador das selvas: um enorme pedaço de queijo Gorgonzola que ninguém jamais poderá explicar onde conseguiu (fábulas!). O Leão, ao ver o queijo, embora não fosse animal queijífero, lambeu os beiços e exclamou:

- Maravilhoso, amigo, maravilhoso! Você é uma das sete maravilhas! Comamos, comamos! Mas, antes, vamos repartir o queijo com equanimidade. E como tenho receio de não resistir à minha natural prepotência, e sendo ao mesmo tempo um democrata nato e confirmado, deixo a você a tarefa ingrata de controlar o queijo com seus próprios e famélicos instintos. Vamos, divida você, meu irmão! A parte do rato para o rato; para O Leão, a parte do Leão.

A expressão ainda não existia naquela época, mas o rato percebeu que ela passaria a ter uma validade que os tempos não mais apagariam. E dividiu o queijo como o Leão queria: uma parte do rato, outra parte do Leão. Isto é: deu o queijo todo ao Leão e ficou apenas com os buracos. O Leão segurou com as patas o queijo todo e abocanhou um pedaço enorme, não sem antes elogiar o rato pelo seu alto critério:

- Muito bem, meu amigo. Isso é que se chama partilha. Isso é que se chama justiça. Quando eu voltar ao poder, entregarei sempre a você a partilha dos meus bens que me couberem no litígio com os súbditos. Você é um verdadeiro e egrégio merítissimo! Não vai se arrenpender!

E o ratinho, morto de fome, riu o riso menos amarelo que podia, e ainda lambeu o ar para o Leão pensar que lambia os buracos do queijo, E enquanto lambia o ar, gritava, no mais forte que podiam seus fracos pulmões:
- Longa vida ao Rei Leão! Longa vida ao Rei Leão!

MORAL : Os ratos são iguaizinhos aos homens.

 

vvv