Samaúma
 

 

 




 




BRASIL DA ECONOMIA APARENTE

 

 

 

 

Irm Gilson Boaventura

 

 

 

A economia do Brasil de hoje é um resultado aparente da mesma política econômica que foi usada pela então potencia união soviética, que se demonstrava mundialmente solida, porém, sua economia interna esfolava o povo que pagava juros altíssimos chegando ao nível de cotas algo parecido com a intenção da atual política brasileira nos moldes da bolsa família que dia-dia também enfraquece o povo brasileiro pela ditadura econômica.

Já disse e repito, em toda conta matemática, para se chegar a um resultado, é preciso de correções; e o Brasil não fez a lição de casa no que diz respeito a nenhuma dessas correções da matemática econômica; é preciso que haja as reformas tributárias e fiscais, a fim de descarregar o peso social e ajudar na distribuição de rendas que é o objetivo de qualquer gestão governamental, ou seja: do povo para o povo.

Diante das declarações do ministro da Fazenda, Guido Mantega, nesta segunda-feira, dia 8 a imprensa, avaliando os mercados em relação à economia dos países desenvolvidos que tem piorado e que a situação internacional tem se agravado nos últimos dias com repercussão negativa sobre as Bolsas do mundo inteiro citando inclusive o rebaixamento pela Standard & Poor's da classificação norte-americana, deixando os mercados + nervosos, e que perderam a confiança na recuperação da economia dos Estados Unidos etc.

O que me leva a irritação, é justamente a ma gestão política econômica brasileira, tivemos outra vez a chance de se destacarmos mundialmente, mas tropeçamos novamente na incompetência política, reflexo deste circo de oba-oba político, e também pelo silencio da população que falta desde a Educação, Saúde e Segurança, e tem vergonha de cobrar pela sua honra.

Realmente não adianta de nada sermos auto-suficientes em petróleo, em soja, em minério de ferro, e em outras tantas riquezas brasileiras se a nossa banda não tem um maestro formado e não tem músicos competentes para reger a melodia; eu pergunto quem se esqueceu daquele boom econômico acontecido nos anos 70, que não deu certo, o que você acha que aconteceu? Foi falta de critério político econômico também, como hoje novamente vai acontecer! Desta forma, nós nunca chegaremos a lugar nenhum, a minha geração daqui apouco também vai embora e o Brasil vai ficando nesta mora de progresso, e o povo até agora não tirou nenhuma vantagem.

 Como eu já disse, as correções matemáticas são fatores imprescindíveis na economia da verdade, pois vai resultar nas garantias obtidas do povo para o povo, e não esta aparência moldada; agora veja abaixo as mamadas que é este rincão de nação.    

Qual será a razão da grande aprovação do molusco?????

Vejam quanto os Estados pagam e recebem.

Só o que SP, PR, SC e RS pagam, ultrapassa o que os Estados mamadores recebem!

O maior mamador é o Maranhão.

Será que agora dá para entender porque temos os atuais governantes que temos e de


  

Quanto paga ao governo federal 

Quanto recebe do governo federal

Resultado final

Acre

244.750.128,94

2.656.845.240,92 

2.412.095.111,98

Amazonas

6.283.046.181,11

 3.918.321.477,20 

— 2.364.724.703,91

Amapá

225.847.873,82

 2.061.977.040,18 

1.836.129.166,36

Pará

2.544.116.965,09

 9.101.282.246,80 

6.557.165.281,71

Rondônia

686.396.463,36

 2.488.438.619,93 

1.802.042.156,57

Roraima

200.919.261,72

1.822.752.349,69 

1.621.833.087,97

Tocantins

482.297.969,89

 3.687.285.166,85 

3.204.987.196,96

Alagoas

937.683.021,32

 5.034.000.986,56 

4.096.317.965,24

Bahia

9.830.083.697,06

17.275.802.516,78 

7.445.718.819,72

Ceará

4.845.815.126,84

 10.819.258.581,80 

5.973.443.454,96

Maranhão

1.886.861.994,84

 9.831.790.540,24 

7.944.928.545,4

Paraíba

1.353.784.216,43

 5.993.161.190,25 

4.639.376.973,82

Pernambuco

7.228.568.170,86

 11.035.453.757,64 

3.806.885.586,78

Piauí

843.698.017,31

5.346.494.154,99 

4.502.796.137,68

Rio Grande do Norte

1.423.354.052,68

 5.094.159.612,85 

3.670.805.560,17

Sergipe

1.025.382.562,89

 3.884.995.979,60 

2.859.613.416,71

Goiás

5.397.629.534,72

 5.574.250.551,47 

176.621.016,75

Mato Grosso

2.080.530.300,55

 3.864.040.162,26 

1.783.509.861,71

Mato Grosso do Sul

1.540.859.248,86

 2.804.306.811,00 

1.263.447.562,14

Espírito Santo

8.054.204.123,9

 3.639.995.935,80 

— 4.414.208.188,1

Minas Gerais

26.555.017.384,87

 17.075.765.819,42 

— 9.479.251.565,45

Rio de Janeiro

101.964.282.067,55

16.005.043.354,79

— 85.959.238.712,76

São Paulo

204.151.379.293,05

 22.737.265.406,96

—181.414.113.886,09

Paraná

21.686.569.501,93

 9.219.952.959,85

— 12.466.616.542,08

Rio Grande do Sul

21.978.881.644,52

 9.199.070.108,62 

— 12.779.811.535,9

Santa Catarina

13.479.633.690,29

 5.239.089.364,89 

— 8.240.544.325,4

  Este é o nosso Brasil varonil, cala a boca senão irá para ponta do pavio.


 Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.
Gilson Boaventura