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Irm Gilson Boaventura
gilson@ilhanet.com.br
O Brasil é o país da ilegalidade e da injustiça praticada contra nós por uma Canalha muito bem conhecida de muitos que nos lêem; temos que se convencer que com perdão da sociedade protetora dos animais e dos próprios que não merecem tal comparação, vivemos num país dominados por primatas bacharéis da espécie Cercopitecídeos, em outras palavras Macacos.
Como tais bacharéis são ETs e não vieram de outra galáxia, mas são umas mostras estatísticas do melhor da nossa sociedade, conclui-se que cada sociedade tem o governo que merece.
Vivemos em um estado policialesco arrecadador, omisso, falido, podre, corrupto e criminoso, sem dignidade e nenhuma atitude, é o primeiro a violar a lei, muito semelhante aquilo comum na idade média, com suas armas e seus barões assinalados que da Ocidental praia Lusitana, por mares nunca navegados passaram ainda além da Taprobana, em perigos e guerras esforçados mais do que prometia a força humana, e entre gente remota edificaram Novo Reino, que tanto sublimaram.
A diferença está apenas no nome do Rei e na localização da Metrópole, antes além do mar, agora no Planalto Central. Tudo continua como dantes no quartel de Abrantes.
Já caminho 52 anos, e escutava estes reclames quando criança, nada mudou, conhecendo a historia de outros países com seus problemas podem concluir que o Brasil nunca passou por uma guerra ou invasões, terremotos maremotos violentos, o povo brasileiro não tem noção do que é realmente “Liberdade” nem sabe o que é “Cidadania” não conhece nem seus direitos e deveres, é ludibriado diariamente e ainda é agredido nos seus direitos e não sabe Reagir, é conivente, pois sabe quem o representa é Tratante, mas continua votando nele por 10 20 anos, é um Maroto nato, mas continua dormindo em berços esplêndido.
Eu amo a minha nação apesar de ser sul - brasileiro, foi nela que eu nasci é por ela que nós devemos exigir; somos nós o governo. Chega de corrupção e sonegação porque quem empobrece a nação é esta política de prostituição.
Quero aqui acrescentar um trecho da verdade nua e crua veja: “De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantar-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto”. E olha que isto foi discurso do Senador Federal Rui Barbosa, em 1914.
Para concluir, o hiperbólico poder de Brasília, faz jus a irônica e herética crença ralé de que “Deus é brasileiro”. Seria até possível justificar tamanha tolice, pelo menos no campo político, pois entre nós o poder do Estado é onipresente, onipotente e onisciente. O deus brasiliense é também tributariamente onívoro; constitucionalmente onírico; burocraticamente opíparo.
Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. |