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Irm. Marcos Coimbra Uma análise da conjuntura nacional, em especial a do Estado do Rio de Janeiro, mostra um verdadeiro caos. Mães na fila, de madrugada, para garantir uma vaga na escola pública para seus filhos, são brutalmente estupradas, na frente dos filhos, das crianças, por feras humanas, que se deliciam com o sofrimento de suas vítimas, chegando ao acinte de fotografá-las para completar a humilhação destas pobres brasileiras. O absurdo inicial é a necessidade da tortura psicológica a que são submetidos os cidadãos para garantir o exercício do direito constitucional de livre acesso à educação básica. O outro, a falta de segurança no município do Rio de Janeiro, entregue à lei de Murici: "cada um por si". Quanto mais polícias e guardas são criadas, maior a insegurança. Como pode acontecer um ultraje destes, no limiar do terceiro milênio, numa cidade como o Rio? A pergunta lógica é sobre o comportamento das autoridades. O prefeito está mais
preocupado em garantir o "topless" nas praias, numa evidente
atitude demagógica, para obter a boa vontade da mídia amestrada
e de degenerados sexuais que, infelizmente, são considerados "formadores
de opinião", preocupados em procurar transformar suas deformações
morais em comportamento padrão. O governador, apesar de evangélico,
afirma que não tem nada com isto. A idéia fixa dele é
acabar com as armas de fogo no Brasil, em posse dos cidadãos honestos,
dignos e de bons costumes. Comete o pior dos pecados, o da omissão.
Saia de cima do muro, Sr. Garotinho, pronunciando sua decisão!
Deixe de adotar uma postura tão habitual aos tucanos e subserviente
às organizações Globo. No ministério da Defesa,
é nomeado para o cargo o Advogado Geral da União, Sr. Geraldo
Magela Quintão, o Doutor Quin, que nem prestou serviço militar,
como seu antecessor. Apesar de ser considerado um competente jurista,
sério e honesto, antes de passar a colaborar com a administração
FHC, não tem capacidade de comando, nem o conhecimento das Forças
Singulares, nem força política, para exercer cargo de tal
importância. Seria mais adequado para o seu perfil preencher a próxima
vaga no Supremo Tribunal Federal. E talvez este seja o plano de FHC. Colocar
um advogado mais maleável na Advogacia Geral da União e
ocupar o cargo de ministro da Defesa com uma pessoa menos visada. E fica a constatação
do modo como a administração FHC trata os militares. Com
desprezo, raiva, ódio e mágoa. Há razões profundas
em tal proceder, que só Freud poderia explicar. Aliás, o
lenço vermelho do MST no pescoço da Sra. Ruth Cardoso, nas
festividades no forte de Copacabana, no dia 31.12.99, é um bom
indicador. Observando este comportamento, fica a dúvida: o que
FHC espera dos militares brasileiros? |
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