Samaúma - Portal Maçônico

 

 

 

 

 






 

 

 

* Sérgio Quirino Guimarães
ARLS Presidente Roosevelt 025
Segundas-feiras,
Templo 801
Palácio Maçônico
Grande Loja
Belo Horizonte – Minas Gerais
0 xx 8853-2969
Ano 05 – artigo 09 – número seqüencial 291

quirino@roosevelt.org.br

 

 

 

NÚMERO 33

 

 

 

 

 

rIrm Sérgio Quirino Guimarães *

 


 



Saudações estimado Irmão,
alguns aspectos sobre o
NÚMERO 33

 

 


A maioria dos Maçons e não Maçons associam o número de graus do Rito Escocês Antigo e Aceito com a idade que estava Jesus Cristo quando foi crucificado. Isto é uma grande bobagem e um grande perigo, pois automaticamente nos vincula a uma doutrina religiosa. O número 33 é uma vibração que ultrapassa um segmento do conhecimento humano; o motivo que levou nossos Irmãos que fundaram o primeiro Supremo Conselho em Charleston a instituírem 33 Graus para o REAA não é conhecido, apenas em 04 de dezembro de 1802 uma circular informava ao mundo maçônico que o Grau 33 seria o último grau.

Teoricamente, saber quantos são e o que estudam bastam para alguns, mas eu gostaria de provocar nos Irmãos a vontade de saber um pouco mais sobre este número composto, que têm apenas três fatores próprios: 1, 3 e 11. Antes de pensarem na “Idade de Cristo” saibam que o rei Davi, pai de Salomão, governou Jerusalém por 33 anos e Alexandre “O Grande” que foi um dos três filhos do rei Filipe II, também morreu com 33 anos.

Mas, o número 33 não está apenas na história, ele esconde ou revela segredos do Criador na Criatura. Ao fazer o homem, Deus lhe deu 33 vértebras, incluindo as cinco que se encontram fundidas e formam o sacro, e as quatro coccígeas.

Os nucleotídeos que forma nossa cadeira de DNA possuem aproximadamente 0,33 nanômetros de comprimento. Em vários outros ramos do conhecimento o número 33 se destaca:
O Hinduísmo instruí que são 33 os principais Deuses Védicos;
no Livro Tibetano dos Mortos fala que Indra governa 33 Céus e Mara outros 33.

Na Cabala, há 33 caminhos que servem de pontes entre as “Sefirots” da árvore sefirotal ou árvore da vida. O 33 representa o “Sephirah Datht” (a Sefirot invisível) que os Rabinos chamam de “Conhecimento”.

É a esfera de mais difícil acesso, e cujo significado é revelado aos magos, “iluminados” e aos santos.

Na Química o elemento de número 33 é o Arsênico que possui 33 prótons e 33 elétrons, cuja origem do nome é do grego e significa FORTE, VIRIL. Mas de tudo o que eu já estudei sobre o número 33 e sua aplicação em nossa vida maçônica o que achei mais simbolicamente interessante, foi o que aprendi com o Irmão Isaac Newton:
em 1700 ele criou a escala de temperatura Newton (símbolo ºN), nessa escala, a água é solidificada em grau 0 e sua ebulição ocorre aos 33 graus.

Conseguem fazer um paralelo do homem com a água? Quando o valor do homem é 0, ele se torna inerte e endurece, mas ao contrário, se ele recebe energias (calor), ele expande, modifica sua natureza, de líquido (matéria) ele se torna gás/vapor (espírito) e assim alcança outros níveis.

Assim acredito que deva ser na Maçonaria, o 33 é um número, uma energia a nos mover, a promover mudanças internas e construções externas, só não acreditem que ele seja o ponto final, pois o Grande Arquiteto do Universo é infinito.

De acordo com o PROMAÇOM cujo programa visa à integração das Lojas Maçônicas, segue em anexo, o quadro com as atividades das Lojas que se reúnem na avenida Brasil 478 e, de algumas situadas fora do Palácio Maçônico.

 

Grato pela atenção.
TFA
QUIRINO