tibério sá maia
Seu nome verdadeiro era François-Marie
Arouet.
Escritor e filosofo francês nascido em Paris, no dia 21 de novermbro do ano de
1694 e faleceu em 30 de maio de 1778.
Um dos marcos da Revolução Francesa.
Consta que foi iniciado no dia 7 de março no mesmo ano de sua morte, como membro da célebre Loja "Les Neuf Soeurs",
de Paris. juntamente com o Irm Jean Baptiste Jacques Élie
de Beaumont, o famoso defensor francês que o ajudou muito
em suas lutas e em favor da justiça. Segundo a enciclopédia Wiki, Voltaire foi introduzido no Templo apoiado no braço de Benjamin Franklin que na época era Embaixador de USA na Franca e Court de Gebelin, na presença de 250 irmãos. O V.·. M.·. era Lalande. Voltaire foi revestido com o avental que tinha pertencido a Helvetius e que fora doado pela viúva. Sem dúvidas uma das cerimônias maçônicas mais celebres
Uma das principais personalidades do Iluminismo Europeu.
Atingiu a fama com "a tragédia Édipo" em 1718 e
"Poème de la ligue" do ano de 1723.
Em 1728 surgiu com "La Henriade", uma eloqüente
defesa da tolerância religiosa, com a qual obteve um sucesso
sem precedentes.
Em 1730 lança "as tragédias Brutus" e
"Zaïre".
"Alzire" em 1736.
O poema filosófico "Discurso sobre o homem" apareceu
1738.
"Mérope" data de 1743.
Foi obrigado a afastar-se de Paris após
a publicação das "Cartas filosóficas"
(1734), refugiando-se em Cirey, no castelo de Mme de Châtelet,
quando apareceram outras obras importantes:
"Cartas filosóficas" ou "Cartas sobre
os ingleses" (1734), um ataque encoberto às instituições
políticas e eclesiásticas francesas, e
"O século de Luís XIV", um estudo histórico
sobre o reinado desse monarca (1638-1715).
Conseguiu se reabilitar em 1745, mas, após
uma estada na corte de Frederico II da Prússia (1750-1753),
retirou-se para uma propriedade conhecida como Les Délices
(1755), e depois para seu domínio de Ferney, onde permaneceu
até a morte.
Admirador da literatura do séc. XVII,
Voltaire desejou brilhar nos gêneros poéticos tradicionais:
epopéia (La Henriade, 1723),
tragédia (A morte de César, 1735; Maomé,
1741).
Foi uma das figuras preeminentes nas conhecidas disputas filosóficas
do Século das Luzes, divulgando suas idéias racionalistas
e deístas, contrárias ao obscurantismo reinante,
através de poemas como sobre o desastre de Lisboa, 1756)
e dos chamados "contos fantásticos":
"Zadig" de 1747;
"Micrômegas', 1752;
"Cândido", 1759).
Suas obras históricas fundamentam a
concepção moderna de história (História
de Carlos XII, 1731; "O século de Luís XIV",
1751; "Ensaio sobre os costumes", 1756).
Após 1760, consagrou-se ainda mais
ativamente à propaganda filosófica, por meio de
seu "Dicionário filosófico" publicado
em 1764, de seus panfletos, cartas e intervenções
para reabilitar as vítimas de erros judiciários
(Calas, Sirven, Lally-Tollendal).
Ídolo de uma burguesia liberal e anticlerical,
permanece até hoje como um dos maiores mestres da narrativa
de estilo vivo e espirituoso. |