MAÇONS

 

 





O Aleijadinho

 

 


 

 

 

 



 

 

 



 

 




 

 

 

 

 

 

 

 



Ir Albberto de Almeida Machado
do Or Paranavaí.



Antônio Francisco Lisboa - o Aleijadinho, nasceu por volta de 1738.

Filho do arquiteto português Manoel Francisco Lisboa e de uma negra chamada Isabel, escrava de sua propriedade.

Executou belas obras em Sabará e Congonhas do Campo, Minas Gerais. Consagrou-se, desde então, como o maior artista brasileiro do período colonial.

Seus trabalhos, diante de nossos olho, deixam-nos com a impressão de que possuem vida.

Teve personalidade forte e foi demais perseverante.

Adquiriu noções de música e latim. Aprendeu a ler, escrever, estudou desenho e arquitetura, com os mestres da época.

Em 1812 ficou paralítico.

O apelido de Aleijadinho lhe foi dado, por causa de uma doença misteriosa, conhecida, na época como zamparina, que atacou e atrofiou seus membros. A mutilação não lhe abalou as forças; seus escravos prendiam os instrumentos em suas mãos.

A doença foi implacável.

Cada vez mais arredio ele se esconde.

Em tudo conta com a ajuda de seus escravos Maurício, Agostinho e Januário.

Por volta de 1766, é contratado pela Ordem Franciscana de Assis para construir a Igreja de São Francisco de Assis, sua obra-prima, na qual consagra seu estilo rococó. Seu nome e sua fama correm entre os aristocratas portugueses e de todos os lugares das Minas Gerais chegam convites para o mestre.

Morreu pobre, em 1814.

Seu corpo está enterrado no interior da Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição.

Principais Obras.

Igreja de São Francisco de Assis
Obra prima do Aleijadinho, com pinturas de Manuel da Costa Ataíde.
Todo o conjunto é harmonioso, simples e belo.
A porta da igreja e as esculturas nos tambores dos púlpitos que representam episódios bíblicos, em pedra-sabão são magníficas (1772); Nos altares o toque do gênio;

Barrete da capela-mor (1773-1774);

Projeto da atual portada (1774-1775);

Risco da tribuna do altar-mor (1778-177);

Retábulo da capela-mor (1790-1794) executados com a colaboração dos entalhadores Henrique Gomes de Brito, Luís Ferreira da Silva Correia;

Projeto de dois altares colaterais, consagrados a São Lúcio e Santa Bona (executados com alterações por Vicente Alves da Costa. 1829).

Igreja Nossa Senhora do Carmo
Modificações do projeto original (1770); altares laterais de Nossa Senhora da Piedade (1807) e de São João Batista (1809); acréscimos dos camarins e guarda-pós dos altares de Santa Quitéria e Santa Luzia.

Igreja de São José
Projeto do retábulo da Capela-mor (1773); modificações no risco da fachada (1772).

Matriz Nossa Senhora do Pilar
Feitura de 4 cabeças de anjos, em madeira, para o andor da Irmandade de Santo Antônio (1810), posteriormente adaptadas ao oratório da sacristia (1865).

Chafariz do Pissarrão
Situado no Alto da Cruz (antiga Rua Larga), nas proximidades da Igreja de Santa Ifigênia (1761).

Palácio dos governadores
Risco em "sangüínea" do chafariz interno (1752).

Museu da Inconfidência
"Sala Aleijadinho" algumas esculturas e desenhos de projetos da Igreja de S. Francisco de Assis de Ouro Preto e São João Del Rey.

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