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Irm Arabutan Alves Marinho MM
CENTROS DE ENERGIAS DO CORPO HUMANO
Preliminarmente podemos afirmar com toda certeza
que o Maçom que desconhece a natureza intrínseca de
como o Espírito se liga com o Corpo Humano e estabelece suas
intercomunicações, não está, de forma
alguma, preparado para usufruir os conhecimentos místicos
que a Maçonaria oferece.
Notamos que há, na maioria das Lojas, uma espécie
de menor interesse para o estudo mais acurado dos assuntos que tratam
das técnicas que envolvem o apuramento espiritual do ser
humano, apesar de toda tradição histórica nesse
sentido. Quando assim falamos não estamos defendendo princípios
mediúnicos ou de magia, mas sim, a metafísica atualmente
demonstrada na paranormalidade de indivíduos que a desenvolveu
calcado no auxílio da Ciência, da máquina primitiva
dos efeitos Kirlian, passando por diversos medidores de energia
até ao raio laser, os quais, através de experiências
realizadas demonstram cada vez mais as sutilezas das energias cósmicas
de que somos compostos e que nos envolvem.
Os povos antigos já conheciam as funções básicas
das relações que regem a sintonia entre o motorista
(Espírito que habita o como) e o carro (veículo carnal
denominado corpo humano), descobrindo e desenvolvendo regras de
convivência entre os dois de modo a produzir e a conservar
a vida mais saudável e equilibrada no meio ambiente em que
o homem vive. O conhecimento, ainda, dessas Leis e suas técnicas
de utilização possibilitam ao iniciado visão
e conhecimento de fatos na
criação divina, além da rotina física
e tão material a que o homem comum está acostumado.
O estudo mais conhecido dessas energias vem desde
a da linguagem sânscrita sob a denominação de
CHAKRA que significa roda. Os budistas falam da “roda da vida
e da morte”, e designam com o nome de Darmmachakkappavattana
Sutta (Chakka é o equivalente páli do sânscrito
chakra) sendo o primeiro sermão em que o Senhor Buda pregou
Sua Doutrina. A tradução literal das palavras “o
giro da roda da Lei”.
Nas informações aqui alinhavadas usaremos
a palavra Chakra referindo-nos a uma série de vórtices
semelhantes a rodas que existem na superfície do duplo etéreo
do homem.
Durante o século passado houve um enorme
avanço no conhecimento dos pormenores do corpo físico;
e os fisiólogos estão agora familiarizados com as
suas desconcertantes complexidades e têm, pelo menos, uma
idéia geral de como funciona seu mecanismo.
Os biólogos que investigam as funções
orgânicas através dos processos ou atividades vitais
têm limitado sua atenção à parte do corpo
físico bastante densa para que a vejam os olhos, e a maioria
deles desconhece provavelmente a existência de um grau de
matéria, o etérico, assim chamado na Teosofia, também
física, ainda que invisível. Essa parte invisível
do corpo físico é de suma importância para nós,
seres humanos, porque é o veículo pelo qual fluem
as correntes vitais que mantêm vivo o corpo, e serve de ponte
para transferir as ondulações do pensamento e a emoção
do corpo astral ao corpo físico denso. Sem tal ponte intermediária
não poderia o “EU” utilizar as células
de seu cérebro. Enfim o corpo etérico ou como querem
alguns, etéreo, é visto como uma massa de neblina
gris-violeta debilmente luminosa, que interpenetra a parte densa
do corpo físico e se estende um pouco mais além deste.
Para maior compreensão de tudo isto, convém aos leitores
estudar e conhecer algo da constituição e ordem da
parte etérica de nosso corpo e, para tanto, há diversas
obras que merecem atenção pelo seu conteúdo
sério e esclarecedor.
Atualmente, fala-se muito em chakras no que se refere
à ação mais imediata que exerce na correlação
de funcionalidade entre o Espírito e o corpo humano conforme
as teorias orientais, a respeito, que são, na verdade, a
base do trabalho científico de investigadores ocidentais
e terapeutas. O sistema de chakras é descrito em diversas
tradições espiritualistas, entre elas o hinduísmo,
o budismo tibetano e a cabala (estudo filosófico e religioso
hebraico).
Quando se consegue entender a ação
desses pontos de energia e harmonizá-los, corpo e mente resistem
melhor às turbulências do dia-a-dia. “Vivemos
em desequilíbrio e estamos aqui justamente para tentar consertar
isso”, diz Marcelo Galvão, criador e diretor do Centro
da Inteligência e da Intuição, em São
Paulo.
Para entendermos como essas energias atuam em nossa
composição psicossomática, devemos imaginar,
por não contarmos, neste livro, com instrumentos e pranchas
demonstrativas adequadas, uma rede subtil sobreposta ao nosso corpo
acompanhando principalmente a nossa rede nervosa. E como se o Espírito
utilizasse uma rede telefônica pessoal, a velocidade de bilionésimos
de segundos, para mandar as mensagens interpretadas dos acontecimentos
em nossa atmosfera individual para o cérebro que as decodifica.
Em determinadas áreas, onde a rede é
mais densa pelas funções exercidas, forma-se uma espécie
de pontos como nos plexos do corpo humano, nos quais se localizam
os principais chakras.
Os escritos antigos mencionam aproximadamente 88.000
chakras. Isso significa que no corpo humano, praticamente, não
existe um ponto que não seja sensível energeticamente.
A maior parte deles desempenha papéis secundários.
Os chakras principais e de maior relevância são em
número de sete e estão localizados da base da coluna
vertebral ao topo da cabeça.
Eles têm como função principal
absorver a energia universal, metabolizá-la, alimentar nossa
aura e, finalmente, expelir energias ao exterior. São como
se fossem exaustores e ventiladores mantendo o processo de forma
contínua e incessante. Essa energia circulante no sistema
subtil (denominado Nadis) se chama Prana.
Dos sete Chakras principais dois são simples,
tem apenas um vórtice (acesso) que são o primeiro,
na base da coluna vertebral e o sétimo no topo da cabeça.
Os outros cincos são duplos, apresentando vórtices
anteriores (na frente do corpo) e posteriores (nas costas e na altura
do mesmo meridiano).
Cada Chakra tem a sua função e significado
e está ligado à determinada glândula, e esta,
a vários órgãos, que desempenham funções
específicas nos planos: físico, emocional, mental
e espiritual.
Relacionaremos os setes chakras com as respectivas
correspondências físicas, herméticas e nomenclaturas
para melhor compreensão do leitor, oportunamente |