|
“RUMOS
PARA
A MAÇONARIA
NO
SÉCULO XXI”
Outubro
- 1996
(Revisão e ampliação em 2002)
S
U M Á R I O |
1.
INTRODUÇÃO |
2.
OBJETIVOS |
2.1-
OBJETIVO GERAL |
2.2-
OBJETIVOS ESPECÍFICOS |
3.
CONCEITOS
|
3.1-
VISÃO
3.1.1- Enunciado de Visão
3.1.2- Exemplo de Visão: |
3.2-
MISSÃO
3.2.1- Enunciado de missão
3.2.2- Exemplos de Missão: |
3.3-
PRINCÍPIOS - CRENÇAS, CREDOS OU VALORES
3.3.1- Exemplos de Princípios: |
3.4-
FATORES-CHAVE DE SUCESSO 2
3.4.1- Exemplos: |
3.5-
DIRETRIZES ESTRATÉGICAS 2
3.5.1- Exemplos de diretrizes estratégicas: 2
3.5.2- Características a observar |
|
3.6- OBJETIVOS ESTRATÉGICOS 2
3.6.1- Exemplos de Objetivos: 2
3.6.2- Características a observar |
3.7-
ESTRATÉGIAS 2
3.7.1- Exemplos de estratégias: 2
3.7.2- Características a observar |
3.8-
METAS 2
3.8.1- Exemplos de Metas: |
4.
MODELO PROPOSTO |
4.1-
PLANO ESTRATÉGICO 2
4.1.1 – Síntese dos Conceitos |
4.2-
ROTEIRO OPERACIONAL |
5.
DESENVOLVIMENTO DO PROCESSO |
5.1-
DEFINIÇÃO DA VISÃO 2
5.1.1- Dicas 2
5.1.2- Como proceder |
| 5.2-
DEFINIÇÃO DA MISSÃO |
5.3-
DEFINIÇÃO DOS PRINCÍPIOS |
5.4-
FIXAÇÃO DOS FATORES-CHAVE DE SUCESSO |
5.5-
DEFINIÇÃO DAS DIRETRIZES ESTRATÉGICAS |
5.6-
DEFINIÇÃO DOS OBJETIVOS ESTRATÉGICOS |
5.7-
DEFINIÇÃO DAS ESTRATÉGIAS |
5.8-
DEFINIÇÃO DAS RESPONSABILIDADES E METAS |
6. OUTRAS PROVIDÊNCIAS
|
6.1-
PESQUISA
6.1.1- Justificativa
6.1.2- Objetivo geral da pesquisa 2
6.1.3- Objetivos específicos da pesquisa 2
6.1.4- Metodologia 2
6.1.5- Análise dos resultados 2
6.1.6- Resultado final 2
6.1.7- Modelo do Questionário
|
6.2-
ANÁLISE DOS RESULTADOS DA PESQUISA 2
6.2.1- Questionário - Parte I 2
6.2.2- Questionário - Parte II |
7.
CONCLUSÃO |
ANEXO
I
CARTA DE ENCAMINHAMENTO DO QUESTIONÁRIO |
ANEXO
II 2
QUESTIONÁRIO - PARTE I 2
QUESTIONÁRIO - PARTE II
|
ANEXO
III 2
TABULAÇÃO DOS QUESTIONÁRIOS - PARTE I |
ANEXO
IV
TABULAÇÃO DO QUESTIONÁRIO - PARTE II |
REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS |
1.
INTRODUÇÃO
A
realização do ser não é uma situação,
um estado, mas uma direção, uma
esperança, um anseio, uma tendência.
As Lojas Maçônicas, em maior ou menor grau, deparam-se
atualmente, mais do que em qualquer período anterior, com
a necessidade de definir qual será o seu papel neste novo
milênio.
A maioria das Lojas não possui consciência de sua identidade
e de seu papel na comunidade. Não sabem o que são,
para que existem e o que farão no futuro. Elas não
estão envolvidas, pela ação, com os problemas
que afligem a comunidade de sua cidade em particular, ou a sociedade
brasileira em geral.
Os Maçons, por sua vez, reúnem-se nas Lojas, mas se
dispersam fora delas por falta de aglutinação em torno
de objetivos claramente definidos.
As Lojas iniciam, todos os anos, novos candidatos, mas os seus quadros
de obreiros continuam pequenos. Decorre então, a famosa frase
que não convence a ninguém: “Temos que ter qualidade
e não quantidade”. Esta frase vetusta, já não
serve mais como paradigma para as Lojas porque não temos
“quantidade”, e muito menos “qualidade”.
As Lojas Maçônicas no Brasil, raramente ultrapassam
a 40 maçons por Loja. Quantidade ínfima para um país
de dimensões continentais como é o nosso com uma população
superior a 170 milhões de habitantes. Se compararmos a quantidade
de maçons no Brasil com os Estados Unidos, constataremos
uma diferença surpreendente. Precisamos, portanto, melhorar
a quantidade de maçons no Brasil, para que possamos fortalecer
as nossas Colunas no concerto da Maçonaria Universal.
Por outro lado, as Lojas convidam pessoas de destaque para ingressar
na Instituição, mas não possuem, em contrapartida,
um programa capaz de sustentar a permanência dessas pessoas
em seus quadros. Escolhem-se as pessoas e depois não se sabe
o que fazer com elas; o potencial de cada um não é
aproveitado em algo produtivo para a Loja e para a Maçonaria.
As Obediências, por sua vez, com raríssimas exceções
defrontam-se com o mesmo problema das Lojas, criando-se assim um
círculo vicioso.
O escopo deste Projeto é propor uma metodologia que possa
reverter a situação vigente, dinamizando a atuação
da Loja no sentido de prepará-la para atuar ativamente em
prol da sua comunidade.
Sabemos todos que, ações maçônicas quando
executadas sem planejamento prévio, sem estratégias
definidas e sem objetivos claros, não trazem resultados positivos,
ao contrário, nos enfraquecem, podendo, inclusive, macular
a respeitabilidade de nossa Instituição.
Sabemos, também, que uma grande preocupação
tem trazido inquietação a um número crescente
de maçons consciente de suas responsabilidades e do papel
que lhes cabe nos tempos atuais: o futuro de nossa Instituição.
No desenho desse futuro, os maçons devem ter o comedimento
e a consciência plena de que a Maçonaria, enquanto
instituição, tem que ser preservada de desgastes vãos.
É preciso manter a sua respeitabilidade em todos os níveis.
Por outro lado, sabemos que, muitas dúvidas assomam às
mentes dos maçons:
1. Quais os paradigmas que deverão nortear as ações
da Maçonaria diante de um mundo onde a prevalência
do egoísmo, da corrupção e a ausência,
cada vez maior, de posturas éticas são a constante
na vida dos grupos sociais?
2. Será essa ambiência favorável à concretização
dos ideais de Liberdade, Igualdade e Fraternidade?
As reverberações desse fluir e refluir de insatisfação
desde há muito é sentida em nossas lojas, em crescente
intensidade.
Duas são as maneiras para o desenvolvimento de ação
maçônica na sociedade: a individual e a coletiva.
O trabalho individual conduz o maçom à prática
ininterrupta das virtudes, em todos os momentos, a fim de que o
conhecimento adquirido seja aplicado no aperfeiçoamento dos
costumes. É o desempenho de iniciativa própria, incessante,
aplicando-se os princípios no lar, no trabalho, na escola,
onde quer que o maçom esteja, marcando sua presença
de forma velada quanto aos métodos maçônicos,
mas colaborando com a sociedade para o aprimoramento dos costumes,
individualmente.
O trabalho coletivo é o exercício em conjunto para
aplicação dos ensinamentos de forma planejada, objetiva,
coordenada e dirigida. A grande tarefa da Maçonaria consiste
no trabalho em grupo, com base no consenso determinado pela maioria
e cumprido por todos disciplinarmente. A dispersão de forças
e a indisciplina são as causas do enfraquecimento que traz,
como conseqüência, a desmotivação.
“Rumos para a Maçonaria do Século XXI”,
é uma proposta metodológica para operacionalizar a
ação maçônica na sociedade. Trata-se
de um projeto dinâmico e versátil que contempla as
particularidades de cada Loja, uma vez que são os Irmãos
do quadro da Loja, que definem e estabelecem os objetivos que irão
nortear as suas ações estratégicas e operacionais
como um todo. Do consenso do grupo será obtido o norte a
ser seguido.
Anatoli Oliynik dyn
2. OBJETIVOS
“Quando
a Loja tem um senso
claro do seu objetivo, do seu
rumo e da posição desejada
para o futuro, e quando essa
imagem é amplamente
compartilhada, o maçom torna-
se capaz de encontrar o seu
próprio papel dentro da Loja e
da Maçonaria.”
2.1
- Objetivo Geral
Apresentar uma
metodologia que oriente e prepare a Loja e os Maçons para
enfrentar os desafios existentes, preparando as bases para disseminação
de uma nova filosofia de atuação.
2.2-
Objetivos Específicos
a) Praticar
uma maçonaria sustentada por uma política clara do
papel da Loja dentro da comunidade.
b) Ampliar a faixa de atuação da Loja na sociedade
de modo a ocupar os diversos espaços formais para o exercício
da cidadania.
c) Colocar ao alcance da Loja e dos Maçons um conjunto articulado
de ações que possa levá-los à realização
pessoal.
d) Restabelecer o papel da maçonaria nas questões
político-sociais.
Para que se
possa atingir esses objetivos, é preciso estabelecer:
§ A Visão
e a Missão da Loja.
§ Os Princípios da Loja.
§ Os Fatores-Chave de Sucesso.
§ As Diretrizes Globais.
§ Os Objetivos Globais.
§ As Estratégias.
§ As Responsabilidades.
§ As Metas.
Com este conjunto
de medidas será possível dar o embasamento e sustentação
ao desenvolvimento de uma nova cultura de atuação
da Loja, junto a Obediência a que pertence e frente à
Sociedade na qual se insere, assegurando a sua perenidade.
3.
CONCEITOS
“O
desempenho da sociedade moderna -
ou até a sobrevivência de cada indivíduo -
depende cada vez mais do
desempenho das instituições.”
3
.1- Visão
Visão
é a imagem que a Loja tem a respeito de si mesma e do seu
futuro. É o ato de ver a si própria projetada no espaço
e no tempo.
Toda Loja deve ter uma visão adequada de si mesma, dos recursos
que dispõe, do tipo de relacionamento que deseja manter com
a sociedade e poderes constituídos.
Geralmente a visão está mais voltada para aquilo que
a Loja pretende ser do que para aquilo que ela realmente é.
Dentro desta perspectiva, a Loja deve colocar a visão como
o projeto que ela gostaria de ser dentro de um certo prazo de tempo
e qual o caminho futuro que pretende adotar para chegar até
lá.
Portanto, a visão é um enunciado claro e energizante
do que a Loja aspira ser. A visão reflete uma expectativa
de futuro formando uma imagem viva de um estado desejado que garanta
a satisfação de todos os seus filiados.
Por outro lado, uma Loja maçônica não é
apenas uma entidade filosófico-filantrópica; é
também uma organização não governamental.
Portanto, o que ela precisa fazer é juntar os obreiros na
forma de uma “comunidade atuante e responsável”,
oferecer um mapa do caminho para o futuro e sugerir diretrizes de
como devem agir e interagir para alcançar aquilo que vêem
como desejável.
Pelo fato da maçonaria ser tão importante na vida
dos maçons, os obreiros de uma Loja precisam ter uma noção
clara sobre:
· Quais são as convicções fundamentais
que a Loja defende? ® Princípios.
· O que a Loja deseja ser?® Visão.
· Como a Loja pretende chegar lá?® Missão.
· Com o que está comprometida e para onde está
indo?® Objetivos Estratégicos.
As respostas a essas perguntas formam os elementos essenciais da
Visão.
Antes de definir a Visão da Loja, o Venerável Mestre
juntamente com os obreiros, precisam refletir:
§ O que a Loja quer ser no futuro?
§ O que queremos que as outras Lojas e o Grão-Mestre
falem de nós, como resultado de nosso trabalho?
§ Como se afigurará a Loja para nós e para as
nossas coirmãs quando atingirmos essa Visão?
§ Qual o papel de cada irmão na Visão de futuro?
§ Quais princípios são mais importantes para
nós?
§ De que modo essa Visão representa os interesses dos
maçons e os princípios que prezamos?
Uma Loja só poderá atingir a grandeza, se os obreiros
que a compõem aceitarem a necessidade de maior atuação
na comunidade e se esforçarem para alcançar tal desempenho.
Isso posto, a Loja poderá definir a VISÃO como uma
imagem compartilhada daquilo que ela deseja ser, expressa em termos
de sucesso aos olhos de seus membros cuja aprovação
possa afetar seu destino.
3.1.1-
Enunciado de Visão
A Loja (Venerável
Mestre e obreiros) precisa enunciar uma Visão de modo simples
e repeti-la com freqüência.
O enunciado de Visão ideal é:
¨ Claro;
¨ Envolvente;
¨ Motivador;
¨ Fácil de memorizar;
¨ Compatível com os princípios da Loja;
¨ Ligado às necessidades dos maçons;
¨ Visto como um desafio, ou seja, difícil, mas não
impossível;
¨ Expressão de uma aspiração da Loja;
¨ Atingível num prazo de tempo específico.
3.1.2-
Exemplo de Visão:
Para
uma Loja Maçônica
“Desejamos
ser a melhor Loja maçônica do Brasil e sermos reconhecidos
pela nossa excepcional contribuição à humanidade”.
O enunciado
poderia ser, também, algo como se segue adiante, porém,
como os Irmãos podem notar, uma Visão dessa natureza
seria de difícil memorização:
“Queremos
entrar no terceiro milênio como uma das maiores e melhores
Lojas Maçônicas do Brasil quanto ao nível intelectual
de nossos obreiros, qualidade de nossas reuniões e instruções,
excelência na preparação dos nossos aprendizes,
companheiros e mestres, bem como na atuação político-social,
contribuindo para o engrandecimento da Maçonaria, dos Maçons
e da sociedade e sermos reconhecidos pela nossa excepcional contribuição
à humanidade”.
3.2-
Missão
As Lojas não são criadas a esmo. Elas existem para
fazer alguma coisa. Todas as Lojas têm uma missão a
cumprir. A missão representa a razão da existência
de uma Loja. Significa a finalidade ou o motivo pelo qual a Loja
foi criada e para o que ela deve servir.
Portanto, a Missão consiste na declaração escrita
da Loja explicitando como atuará para alcançar os
seus objetivos no sentido de tornar a visão uma realidade.
Uma definição da missão da Loja deve responder
a três perguntas básicas: Quem somos nós? O
que fazemos? E por que fazemos o que fazemos?
3.2.1- Enunciado de missão
O enunciado
de missão deve ser:
· Definidor
- define propósitos, premissas, princípios e meios.
· Identificador - torna claro a que se refere.
· Conciso - esclarece a missão e transmite uma mensagem
forte.
· Aplicável - quem lê deve ter uma idéia
clara de como será seu funcionamento e que tipo de ações
estão envolvidas.
· Memorável - todos podem se lembrar dele com facilidade.
3.2.2-
Exemplos de Missão:
Para
uma Loja maçônica
Exemplo 1:
“Prestar nossa contribuição no campo político
e social, de modo a atender às expectativas dos maçons,
do Grão-Mestrado e da sociedade”.
Exemplo 2:
“Identificar problemas sociais, e por meio de debate e análise
crítica, propor soluções aos poderes constituídos,
contribuindo assim para o exercício da cidadania e promoção
da justiça social”.
Vale ressaltar
que se trata apenas de exemplo. Cada Loja deverá, por meio
de seu quadro de obreiros, desenvolver a sua Missão coerentemente
com a visão e princípios compartilhados.
3.3-
Princípios (= crenças,
credos ou valores)
Conjunto de
valores que orientam o comportamento da Loja, formando a sua identidade
corporativa pela qual é reconhecida e respeitada.
O estabelecimento dos princípios deve ser compartilhado por
todos os obreiros da Loja para assegurar o comprometimento dos Irmãos.
O consenso é muito importante nesta etapa do trabalho.
Se algum dia a Loja tiver que mudar algum de seus princípios,
deve fazê-lo lentamente, pois eles devem ser uma fonte de
estabilidade num mundo que muda rapidamente.
3.3.1-
Exemplos de Princípios:
Os princípios
da Loja devem ser descritos em forma de enunciado, usando-se substantivos
para descrevê-los, contendo implícita ou explicitamente,
as seguintes convicções:
· Ética
· Respeito
· Honestidade
· Comprometimento
· Fraternidade
· Responsabilidade
· Outros.
Em síntese,
princípios representam aquilo que os Irmãos da Loja
acreditam e depois de estabelecidos passam a ser respeitados.
3.4-
Fatores-Chave de Sucesso
Representam
os atributos que a Loja deve dispor para ser bem sucedida em seus
propósitos. São estabelecidos em função
da visão e missão da Loja.
3.4.1- Exemplos:
·
Imagem.
· Qualidade das sessões.
· Dinamismo dos obreiros.
· Participação.
· Etc.
3.5-
Diretrizes estratégicas
Em certa medida,
as diretrizes estratégicas influenciam e são influenciadas
pela análise ambiental, uma vez que, envolvem aspectos amplos
de atuação que servem como base para o direcionamento
estratégico da Loja como um todo. Elas são importantes
no processo de seleção e dimensionamento dos objetivos
estratégicos. Em termos conceituais, elas podem ser definidas
como sendo conjunto de indicações de caráter
amplo que direcionam o comportamento da Loja como um todo e orientam
o raciocínio no processo de tomada de decisão para
escolha dos objetivos estratégicos.
3.5.1-
Exemplos de diretrizes estratégicas:
1. Expandir,
continuamente, o quadro da Loja buscando nos candidatos princípios
éticos e morais compatíveis com os princípios
maçônicos, e alta capacidade intelectual de forma que
possam contribuir com o desenvolvimento da Loja e da Maçonaria.
2. Atender, com excelência, as expectativas dos obreiros com
relação às instruções e ensinamentos
maçônicos.
3. Promover melhorias contínuas nas instruções
maçônicas por meio da implantação de
sistema de avaliação do aprendizado.
4. Incentivar e promover a participação dos Irmãos
na pesquisa e no desenvolvimento de assuntos maçônicos,
sociais e políticos.
3.5.2-
Características a observar
Usar verbos
de ação no infinitivo tais como: promover, desenvolver,
expandir, incentivar.
3.6-
Objetivos estratégicos
São
Alvos - resultados esperados ou estados futuros desejados - a serem
atingidos pela Loja como um todo, em um período plurianual
considerado.
Devem ser estabelecidos para alcançar ou conservar níveis
de desempenho, no mínimo satisfatórios, da Loja relativamente
a cada um dos fatores-chave de sucesso estabelecidos.
Os objetivos devem expressar, em termos concretos, o quanto a Loja
quer atingir e em que prazo. Devem, obrigatoriamente, conter os
seguintes elementos: o que, quanto e quando.
3.6.1-
Exemplos de Objetivos:
¨ Aumentar
o quadro em (X%) no período 2003-2006.
¨ Reduzir para (X%) a ausência dos Irmãos nas reuniões
da Loja no período 2003-2006.
¨ Aumentar para (X) o número de Lojas praticantes do
Rito de York no período 2003-2006.
3.6.2-
Características a observar
Para que a
definição dos objetivos seja eficiente, deve-se observar
as seguintes características:
· Participação
· Co-responsabilidade
· Comprometimento
· Especificidade
· Desafio
· Amplitude
· Prioridade.
Ao formular
a redação dos objetivos, usar verbos de ação
no infinitivo, tais como: aumentar, manter, diminuir. Sugere-se
estabelecer no mínimo 3 e no máximo 5 objetivos estratégicos.
3.7-
Estratégias
São
os meios ou caminhos adotados pela Loja, visando atingir os objetivos
estratégicos. Para cada objetivo estratégico, a Loja
deve estabelecer, no mínimo, uma estratégia. O ideal
é estabelecer 3 ou 4 estratégias para cada objetivo,
visando garantir o alcance do objetivo determinado.
3.7.1-
Exemplos de estratégias:
a) Estratégias
para “Aumentar o quadro em (X%) no período 2003-2006”:
¨ Estabelecimento
de metas anuais de iniciações.
¨ Estabelecimento de metas anuais de filiações.
b) Estratégias
para “Reduzir para (X%) a ausência dos Irmãos
nas reuniões da Loja no período 2003-2006”:
¨ Planejar
calendário de eventos para o ano.
¨ Ampliar a quantidade de palestras com personalidades maçônicas.
¨ Cumprir o regulamento geral, com rigor.
c) Estratégias para “Aumentar para (X) o número
de Lojas praticantes do Rito de York no período 2003-2006”:
¨ Ampliar
convites para demonstração da ritualistica.
¨ Divulgar a versatilidade do Rito.
3.7.2-
Características a observar
Os critérios
a seguir relacionados devem ser utilizados para auxiliar a Loja
no processo de seleção de estratégias, uma
vez que uma das maneiras de reduzir o número de alternativas
é eliminar aquelas que:
a) Não
aproveitam as potencialidades da Loja;
b) Não reduzem vulnerabilidades;
c) Não eliminam ameaças do ambiente externo;
d) Deixam de explorar as oportunidades do ambiente externo.
3.8-
Metas
São
alvos estabelecidos para o curto prazo. No máximo 1 ano.
Portanto, podemos conceituar as metas como sendo o desdobramento
do “quanto” do objetivo estratégico para um período
determinado.
3.8.1-
Exemplos de Metas:
¨ Iniciar
“N” novos candidatos a cada trimestre em 200x.
¨ Realizar “N” palestras, a cada trimestre, com
personalidades maçônicas em 200x.
¨ Fundar “N” Lojas no Rito de York em 200x.
4.
MODELO PROPOSTO
4.1- Plano Estratégico
4.1.1 – Síntese dos Conceitos
| VISÃO |
Representa
o que a Loja deseja ser. |
| MISSÃO |
Define
a natureza do propósito e o âmbito de atuação
da Loja. Estabelece como a Loja pretende atingir a sua Visão. |
PRINCÍPIOS
|
Representam
a razão de ser da Loja, isto é, sua identidade
e suas crenças e valores compartilhados. |
| FATORES-CHAVE
DE SUCESSO |
São
os atributos que a Loja deve dispor para ser bem sucedida nos
seus propósitos. |
DIRETRIZES
ESTRATÉGICAS
|
Conjunto
de indicações que direcionam o comportamento da
Loja como um todo, no processo de tomada de decisão. |
| OBJETIVOS
ESTRATÉGICOS |
Alvos (resultados
esperados ou estados futuros desejados) a serem atingidos pela
Loja como um todo, em um período plurianual considerado. |
ESTRATÉGIAS
|
Caminhos
adotados pela Loja para atingir os objetivos estratégicos. |
METAS
|
Alvos estabelecidos
para o curto prazo. |
4.2-
Roteiro Operacional

5. DESENVOLVIMENTO DO PROCESSO
5.1-
Definição da Visão
5.1.1- Dicas
Þ A Visão deve ser estabelecida pelos Mestres Maçons,
em consultas com os Companheiros e Aprendizes;
Þ É preciso que a Visão seja detalhada, para
que não haja dúvidas sobre o que se deseja alcançar;
Þ A Visão deve ser desafiadora e ambiciosa, de forma
a inspirar os Irmãos a criar algo que valha a pena;
5.1.2- Como proceder
1. Marque uma
reunião, fora do dia normal de sessões da Loja, e
comunique aos Mestres a data, horário e local;
2. Reúna os Mestres e informe o objetivo da raunião;
3. Liste com a ajuda dos presentes, 6 (seis) pontos fortes e 6 (seis)
pontos fracos da Loja. Liste-os nos quadros a seguir:
Situação
Atual
Pontos
Fortes
|
| 1 - |
| 2 - |
| 3 - |
| 4 - |
| 5 - |
| 6 - |
Situação
Atual
Pontos
Fracos
|
| 1 - |
| 2 - |
| 3 - |
| 4 - |
| 5 - |
| 6 - |
4.
Imagine a situação ideal, para cada um dos aspectos
escolhidos, que os Irmãos do quadro gostariam de ver melhoradas
nos próximos anos. Crie uma imagem positiva e ambiciosa.
Anote esses aspectos na coluna “Situação desejada”
nos quadros a seguir. Note que são dois quadros, um para
a situação desejada dos pontos fortes; outro para
situação desejada dos pontos fracos.
Situação
desejada
Pontos
Fortes
|
| 1 - |
| 2 - |
| 3 - |
| 4 - |
| 5 - |
| 6 - |
5. Pense nas
ações necessárias para que a situação
atual se transforme em situação desejada. Anote no
quadro “Ações Estratégicas” a seguir
Ações
Estratégicas |
| 1 - |
| 2 - |
| 3 - |
| 4 - |
| 5 - |
| 6 - |
6. Discuta com os Irmãos da Loja a Visão de futuro
e as Ações Estratégicas.
7. Redija a Visão da Loja:
Escreva
abaixo a Visão da Loja |
| 1 - |
| 2 - |
| 3 - |
| 4 - |
| 5 - |
| 6 - |
5.2-
Definição da Missão
1.
Marque uma reunião e comunique aos Mestres Maçons
a data, horário e local;
2. Reúna os Mestres Maçons e informe o objetivo da
reunião;
3. Trabalhe com os Irmãos os conceitos de Missão;
4. Faça um “brainstorming”, pedindo que cada
um escreva num pedaço de papel a Missão da Loja;
5. Condense as propostas de Missão em apenas uma e coloque
em discussão novamente;
6. Escreva a Missão num papel, “flip-chart” ou
no quadro de giz;
7. Peça a todos para que verifiquem se há necessidade
de alguma correção;
8. Pronto, você acaba de definir a Missão da sua Loja;
9. Faça a “arte-final” da Missão da Loja
e afixe num local bem visível para que todos tomem conhecimento.
Escrever
aqui a Missão da sua Loja |
| 1 - |
| 2 - |
| 3 - |
| 4 - |
| 5 - |
| 6 - |
5.3-
Definição dos Princípios
O procedimento
para definição de princípios é semelhante
ao procedimento da definição da Missão. Entretanto,
ao invés de aglutinar os resultados do “brainstroming”,
o Venerável Mestre deve escolher aqueles princípios
que formarem a interseção das opiniões dos
Irmãos, ou seja, o que for comum.
5.4-
Fixação dos Fatores-Chave de Sucesso
Após
definida a Missão, devem ser identificados os fatores-chave
de sucesso da Loja. Um fator-chave de sucesso é um atributo
que a Loja deve dispor para ser bem sucedida nos seus propósitos.
Os fatores-chave de sucesso podem ser tanto de natureza qualitativa
quanto quantitativa. Como exemplo de fator qualitativo pode ser
citada a imagem da Loja perante suas coirmãs ou perante a
Obediência a que pertence, ou ainda perante a comunidade da
cidade. Enquanto que a obtenção de recursos para manutenção
da Loja caracteriza um fator quantitativo.
O número de fatores-chave de sucesso deve, quanto possível,
ser reduzido. Esses fatores serão essenciais para a vinculação
dos objetivos e estratégias.
O procedimento para definição dos fatores-chave de
sucesso é o mesmo adotado para definição dos
Princípios.
5.5-
Definição das Diretrizes estratégicas
1. Marque uma
reunião e comunique aos Mestres Maçons a data, horário
e local;
2. Reúna os Mestres Maçons e informe o objetivo da
reunião;
3. Trabalhe com os Irmãos os conceitos de Diretrizes Estratégicas;
4. Faça um “brainstorming”, pedindo que cada
um escreva num pedaço de papel uma Diretriz Estratégica
para a Loja;
5. Reúna as Diretrizes em um “flip-chart” e discuta
cada uma delas no sentido de estabelecer coerência com a Visão
e Missão da Loja.
6. Eleja e consolide aquelas diretrizes estratégicas que
orientarão o pensamento da Loja.
7. Faça a “arte-final” das Diretrizes Estratégicas
da Loja e afixe num local bem visível para que todos tomem
conhecimento.
5.6-
Definição dos Objetivos estratégicos
1. Marque uma
reunião e comunique aos Mestres Maçons a data, horário
e local;
2. Reúna os Mestres Maçons e informe o objetivo da
reunião;
3. Trabalhe com os Irmãos os conceitos de Objetivos Estratégicos;
4. Faça um “brainstorming”, pedindo que cada
um escreva num pedaço de papel um Objetivo Estratégico
para a Loja;
5. Reúna os Objetivos em um “flip-chart” e discuta
cada uma deles no sentido de estabelecer coerência com as
Diretrizes Estratégicas da Loja.
6. Eleja e consolide aqueles objetivos estratégicos que orientarão
o plano de trabalho da Loja.
7. Defina, para cada objetivo, o quanto, e o prazo para se atingir
cada um deles.
8. Faça a “arte-final” dos Objetivos Estratégicos
da Loja e afixe num local bem visível para que todos tomem
conhecimento.
A quantidade recomendada para Objetivos de uma Loja, deve ficar
situada entre, no mínimo três e no máximo cinco.
Considere que o quanto a Loja quer atingir deve ser expresso em
termos concretos, possibilitando, dessa forma, o estabelecimento
de critérios adequados de medida que servirão como
parâmetros para avaliar o grau de alcance dos objetivos. Em
suma, o objetivo estratégico deve:
¨ representar
uma real necessidade, coerente com a Missão da Loja;
¨ representar uma prioridade dentro do conjunto de necessidades;
¨ ser claro, definido e concreto;
¨ ser viável, técnica e economicamente;
¨ ser desafiador.
5.7-
Definição das Estratégias
1. Marque uma
reunião e comunique aos Mestres Maçons a data, horário
e local;
2. Reúna os Mestres Maçons e informe o objetivo da
reunião;
3. Trabalhe com os Irmãos o conceito de Estratégia;
4. Faça um “brainstorming”, pedindo que cada
um escreva, num pedaço de papel três estratégias
para o Objetivo Estratégico número 1, já definido
na etapa anterior.
5. Reúna as Estratégias para o Objetivo Estratégico
número 1, em um “flip-chart”, e discuta cada
uma delas no sentido de estabelecer coerência com o objetivo
em questão.
6. Eleja e consolide aquelas estratégias que orientarão
a ação da Loja, para o objetivo estratégico
considerado.
7. Repita o procedimento para os demais objetivos estratégicos
definidos pela Loja.
8. Faça a “arte-final” das Estratégias
da Loja e afixe num local bem visível para que todos tomem
conhecimento.
5.8-
Definição das Responsabilidades e Metas
1. Marque uma
reunião e comunique aos Mestres Maçons a data, horário
e local;
2. Reúna os Mestres Maçons e informe o objetivo da
reunião;
3. Repasse, com os Irmãos, todo o documento até aqui
elaborado, ou seja, Visão, Missão, Princípios,
Diretrizes, Objetivos e Estratégias;
4. Detenha-se nos Objetivos Estratégicos e nas respectivas
Estratégias.
5. Forme uma equipe de trabalho para cada Objetivo Estratégico.
6. Solicite que a equipe designada apresente num prazo de trinta
dias, o plano de trabalho que leve em consideração
as estratégias eleitas.
7. Solicite também, que a equipe proceda o desdobramento
do Objetivo em Metas. Negocie com a equipe a periodicidade das metas
- mensais ou trimestrais. Metas superiores a esse prazo, não
devem ser aceitas, pois acabarão por se confundir com o próprio
objetivo.
8. Faça a “arte final” e afixe em local visível.
9. Consolide um documento de tudo o que foi até agora definido
e estabeleça um calendário de reuniões específicas
para acompanhamento das metas e objetivos propostos.
10. Corrija, se necessário, os desvios e ajuste os planos
de trabalho.
11. Mantenha acesa a chama da equipe, através do incentivo
e do acompanhamento.
12. Comemore, efusivamente, com todos os Irmãos da Loja,
cada vitória, cada objetivo, cada avanço conseguido.
BOA SORTE!
6.
OUTRAS PROVIDÊNCIAS
A critério
do Venerável pode-se verificar se não existem problemas,
embora de ordem menor, mas que poderão perturbar o desenvolvimento
do projeto se não forem sanados a priori.
Para desenvolvimento desta etapa preliminar, recomendamos a aplicação
de uma pesquisa conforme descrição a seguir:
6.1-
Pesquisa
6.1.1-
Justificativa
(exemplo real
de uma Loja Maçônica)
Dentro da filosofia
de uma Loja, temos como objetivo maior, o desenvolvimento individual
e coletivo dos Irmãos, a formação de opinião,
liderança e atuação no meio social, através
da abordagem de questões filosóficas, políticas,
econômicas, culturais e sociais; e filantropia numa escala
proporcional a decisões dos membros do quadro.
Nos deparamos, no momento, com algumas situações que
denotam a ausência de comprometimento em alguns aspectos.
Fato este que nos leva a um questionamento: Quais as causas que
poderiam estar contribuindo para o desestímulo daquilo que
num determinado momento nos propusemos ?
6.1.2-
Objetivo geral da pesquisa
Levantar a
opinião de todos os integrantes da Loja sobre alguns aspectos
que norteiam a formação da Loja.
6.1.3-
Objetivos específicos da pesquisa
¨ Buscar
o foco ou focos de situações que estejam gerando insatisfação
dos integrantes.
¨ Repensar a política de atuação da Loja.
¨ Trazer para análise a opinião individual de
cada Irmão.
¨ Identificar pontos críticos que envolvam as reuniões,
desde horário, dia da semana, local, conteúdo das
mesmas.
¨ Buscar soluções para os problemas apresentados.
6.1.4-
Metodologia
· Para
o levantamento dos dados deve ser utilizado questionário
estruturado não-disfarçado.
· A aplicação deve ser feita individualmente
e ter caráter sigiloso (não é necessário
a identificação do Irmão respondente. Isto
serve para garantir a máxima liberdade de opinião).
· O tempo entre entrega e devolução do questionário
deve ser o intervalo entre as sessões (uma semana).
6.1.5-
Análise dos resultados
· Nas
questões fechadas, calcular a freqüência das respostas
percentuais.
· Nas questões abertas, fazer análise de redundâncias.
· A escala utilizada deve ser de 1 a 5 pontos (para satisfação
e importância).
6.1.6- Resultado final
Os resultados
apresentados devem ser repassados ao grupo num prazo de 10 (dez)
dias, após concluída a aplicação.
6.1.7-
Modelo do Questionário
O modelo do
questionário se encontra no ANEXO II.
O Questionário deve ser entregue aos Irmãos, previamente
escolhidos, juntamente com uma carta assinada pelo Venerável
Mestre, explicando o objetivo da pesquisa (ANEXO I).
6.2-
Análise dos resultados da pesquisa
6.2.1-
Questionário - Parte I
Após
os Irmãos terem respondido o questionário - parte
I, as respostas devem ser tabuladas conforme tabela apresentada
no Anexo III.
6.2.2-
Questionário - Parte II
As respostas
do Questionário - Parte II, podem ser trabalhadas no Quadro
1 do Anexo IV.
7.
CONCLUSÃO
Se a Loja deseja
ter uma visão clara de sua própria identidade e unicidade,
deve assumir uma postura de vanguarda e liderança, visando
atender as expectativas dos maçons, com relação
a Loja e a própria maçonaria..
Esta postura de vanguarda e liderança exigirá:
· Criatividade.
· Receptividade a novas idéias.
· Pensar grande e no quadro futuro.
· Trabalhar em equipe.
Capacidade para romper paradigmas.
Os responsáveis pelo desenvolvimento e aplicação
desta metodologia, devem ser todos os irmãos que compõem
o quadro da Loja, capitaneados, preferencialmente, pelo Venerável-Mestre.
Para alcançar os objetivos e as metas almejadas, os irmãos
precisam se tornar melhores previsores e mais comprometidos, uma
vez que, os maçons, enquanto maçonaria, são
deficientes nessas duas áreas.
Portanto, se a Loja desejar atender as expectativas de seus filiados
e daqueles que vierem a ser iniciados, terá que desenvolver
e prover a Loja de:
· Visão;
· Missão;
· Princípios;
· Fatores-Chave de Sucesso;
· Diretrizes Estratégicas;
· Objetivos Estratégicos;
· Estratégias e
· Metas
que possam
dar embasamento e sustentação ao desenvolvimento de
uma cultura de melhoria de desempenho da Loja, junto a Obediência
a que pertence e frente à Sociedade na qual se insere, assegurando
a sua perenidade.
ANEXOS
ANEXO I
CARTA
DE ENCAMINHAMENTO DO QUESTIONÁRIO
Or. Curitiba, ...... de ................................ de 200x.
De: Venerável Mestre
Para: Irmãos do Quadro
Assunto: Pesquisa de clima da Loja
Estimado Irmão:
Você
foi selecionado para participar da pesquisa Clima da Loja que busca
identificar quais as causas que poderiam estar contribuindo para
o desestímulo daquilo que num determinado momento nos propusemos.
Esperamos, com a sua contribuição, identificar pontos
críticos que envolvam as reuniões, desde o horário,
dia da semana, local e conteúdo das sessões.
Sua participação e sinceridade são importantes
no sentido de possibilitar a busca de soluções para
os problemas apresentados e redirecionar os aspectos que norteiam
a formação da Loja.
O Irmão não precisa se identificar, pois o aspecto
mais importante, nesta pesquisa, é a sinceridade nas respostas
e a oportunidade de participar nas decisões da Loja.
Apreciaríamos a devolução do questionário,
preenchido, assim que possível, porém até ...../...../.....
Reuniões em grupo também serão programadas.
Um resumo das respostas será fornecido por ocasião
da realização de nossa primeira reunião, programada
para ...../...../.....
Fraternalmente,
Venerável
Mestre.
ANEXO
II
QUESTIONÁRIO
-
Parte I
BLOCO I - LOCAL DAS REUNIÕES
Com relação
ao local das reuniões assinale o grau de concordância
de 1 a 5, sendo:
1 = Discorda
totalmente.
2 = Discorda.
3 = Não discorda, nem concorda.
4 = Concorda.
5 = Concorda totalmente.
Afirmativa |
1 |
2 |
3 |
4 |
5 |
| 1 - O espaço
físico é adequado. |
|
|
|
|
|
| 2 - A iluminação
da área é adequada. |
|
|
|
|
|
| 3 - A ventilação
e climatização são adequadas. |
|
|
|
|
|
| 4 - O local
onde a Loja está situada é de fácil acesso. |
|
|
|
|
|
| 5 - O ambiente
é agradável. |
|
|
|
|
|
BLOCO II - PERÍODO DAS REUNIÕES
Com relação
ao período das reuniões assinale o grau de concordância.
Afirmativas |
1 |
2 |
3 |
4 |
5 |
| 1 - A duração
das reuniões é aceitável. |
|
|
|
|
|
| 2 - A periodicidade
das reuniões atende aos objetivos propostos. |
|
|
|
|
|
| 3 - O dia
da semana das reuniões é o mais adequado às
minhas disponibilidades. |
|
|
|
|
|
BLOCO III - ASSUNTOS ABORDADOS
Com relação
aos assuntos abordados nas reuniões assinale o grau de concordância.
Afirmativas |
1 |
2 |
3 |
4 |
5 |
| 1 - As
instruções dos graus são claras, objetivas
e suficientes. |
|
|
|
|
|
| 2 - Os
temas filosóficos são pertinentes e de profundidade
adequados. |
|
|
|
|
|
| 3 - As
questões políticas são objetivas e pertinentes. |
|
|
|
|
|
| 4 - As
questões sociais são pertinentes e adequadas. |
|
|
|
|
|
| 5 - Os
assuntos abordados resultam em planos de aplicação
prática. |
|
|
|
|
|
Outros blocos podem ser desenvolvidos conforme a necessidade
de cada Loja, de forma que, a abordagem seja completa e nenhum aspecto
relevante seja deixado para segundo plano.
Completado o diagnóstico, resultante da pesquisa, o procedimento
seguinte é buscar soluções para os problemas
levantados.
Várias ferramentas e métodos estão disponíveis;
descrevê-las neste projeto, foge ao escopo do nosso trabalho.
QUESTIONÁRIO - Parte II
01. Quais são
os nossos principais pontos fortes? Como podemos fazer uso de nossas
forças?
02. Quais são
as nossas principais fraquezas? Que providencias devemos tomar para
reduzi-las?
03. Quais são
as nossas oportunidades futuras? O que podemos fazer para explorar
essas oportunidades de forma efetiva?
04. Quais são
as principais ameaças e riscos atuais e futuros? O que podemos
fazer para reduzir as ameaças e riscos ou conter o seu impacto?
05. O que precisamos
fazer para obter vitalidade e crescimento contínuos? São
necessárias novas providências? Quais? Por que são
necessárias?
06. Quais são
as três tarefas mais importantes que se nos apresentam nos
próximos 5 anos? Por que são importantes?
Anexo
III
Tabulação
dos Questionários - Parte I
Tabela
1
F
R E Q UÊ N C I A SS-----------
Categoria |
Absoluta |
Relativa |
Ajustada |
Acumulada |
1 |
|
|
|
|
2 |
|
|
|
|
3 |
|
|
|
|
4 |
|
|
|
|
5 |
|
|
|
|
NR |
|
|
|
|
TOTAL |
|
|
|
|
Onde:
Categoria = representa
a pontuação (1 a 5) atribuída a cada resposta.
NR
= não responderam
Freqüência
Absoluta = Quantidade de respostas em cada categoria
Freqüência
Relativa = Respostas na categoria
x 100
/ TOTAL
Freqüência
Ajustada = Respostas na categoria x 100 / TOTAL - NR
Freqüência
Acumulada = Somatório das
freqüências ajustadas
A
tabela 1 possibilita a obtenção freqüencial do
nível de satisfação ou insatisfação
dos Irmãos da Loja com relação aos aspectos
considerados nas questões formuladas na Pesquisa de Clima.
A critério da Loja, pode-se, a partir da tabela, elaborar
o gráfico Histograma para cada item do questionário.
O Histograma permitirá a visualização das freqüências
observadas.
Para fins de análise, considerar o somatório das categorias
1 e 2 como insatisfeito e o somatório das categorias 4 e
5 como satisfeito, ficando as respostas da categoria 3 como neutro.
Os resultados, após a tabulação e análise,
constituem as providências necessárias que a Loja deve
tomar no sentido de remover as causas que estão gerando insatisfação
dos Irmãos do quadro.
Anexo IV
Tabulação
do Questionário - Parte II
A partir das
respostas obtidas na parte II do questionário, sugerimos
adotar a seguinte configuração no sentido de sintetizar
as respostas:
Quadro 1
Pontos
fortes- ...
(síntese da resposta)
- ... |
Como usar nossas forças?-
... (síntese da resposta)
- ... |
Pontos
fracos
- |
Providências
para reduzir os pontos fracos- |
Oportunidades
futuras
- |
Como explorar
oportunidades futuras?- |
| Ameaças
e riscos (atuais e futuros)- |
Como reduzir
as ameaças e os riscos?- |
| Como obter
vitalidade e crescimento contínuos? |
Justificativa
- |
Tarefas
importantes
- |
Justificativa
- |
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. Albrecht,
Karl. Programando o futuro: o trem da linha norte. São
Paulo: Makron Books, 1995.
2. Miranda, Roberto Lira. Qualidade total:
rompendo as barreiras entre a teoria e a prática. São
Paulo: Makron Books, 1995.
3. Quigley, Joseph V. Visão: como os
líderes a desenvolvem, compartilham e mantêm. São
Paulo: Makron Books, 1994. |