tibério sá maia

Rodrigo, o herói que precisamos.

2 Comentários 17 abril 2017

tsmaia

No jogo da semifinal de futebol paulista, considerado pelos torcedores de o Majestoso, entre Corinthians e São Paulo, em face da rivalidade e da importância do acontecimento esportivo apresentou uma ocorrência que nos surpreendeu.

Era um fato inusitado, realmente muito raro. Aos 39 minutos da primeira etapa desse clássico, no Morumbi. Na primeira partida da semifinal entre os dois times. O zagueiro Rodrigo Caio, do time do São Paulo e da seleção brasileira de futebol, teve um magnífico gesto. Um exemplo não só para dentro dos campos de futebol, tanto para jogadores e torcedores, mas para todos nós cidadãos brasileiros acossados por uma corrupção absurda e inédita que grassa incontrolável, no país.

O atacante Jô, do Corinthians, recebeu injustamente, do Juiz, Luiz Flávio de Oliveira  uma punição, por uma falta, numa jogada em que disputou com beque Rodrigo Caio e o goleiro Renan também do mesmo time. O goleiro caiu e ficou se contorcendo no chão por ter recebido um toque casual do seu companheiro de defesa. O atacante corintiano Jô que não teve participação na falta, terminou recebendo o cartão amarelo e com isso ficaria suspenso do jogo da volta, porque já estava pendurado com dois cartões anteriores.

Jô fora o autor do gol que deixava o Corinthians em vantagem, até aquele momento. E se apresentava muito bem, nesse jogo.

Não obstante, o defensor Sam paulino Rodrigo Caio avisou ao árbitro que ele, e não o seu adversário fora o culpado. E que pisara em seu próprio companheiro, sem maldade. O cartão amarelo aplicado, no caso, era injusto. O árbitro Luiz Flávio de Oliveira, incontinente retirou o cartão de Jô e fez uma visível expressão de aplauso pelo gesto inusitado do zagueiro. Uma atitude rara demais para dentro dos nossos campos esportivo e para nosso cotidiano.

Quando cheguei a São Paulo, ainda menino tive a alegria de frequentar o Parque São Jorge, do Sport Club Corinthians Paulista uma das maiores Sedes Sociais do país. Ficava bem perto de onde fomos morar, porque um médico amigo da nossa família me recomendou exercícios físicos. Ali, remava diariamente, os barcos do Clube colocados no Rio Tietê. Aos poucos fui me familiarizando com outras práticas de quadras esportivas.

Foi ali, também onde vi e compreendi a frase do romano Juvenal: “Mens sana in corpore sano” (Uma mente pura em um corpo saudável) inscrita, com letras graúdas, indelevelmente, no alto de uma parede da sede. Por isso, talvez a associei tão, somente, ao esporte e relativo aos atos esportivos essa famosa citação latina que em princípio tratava-se de uma frase religiosa e com o tempo foi aplicada a vários segmentos  Para mim, ela deveria ser manifestada por toda a sociedade. O bom desenvolvimento do fator físico está ou deve estar diretamente, relacionado ao fator emocional. No esporte um atleta somente será vencedor quando tiver equilibro entre mente e corpo. Deve estar ciente de só fazer o que é correto, treinar com dedicação, concluir cada uma de suas metas, atingir seu objetivo e ter grande convicção de que, mesmo assim, poderá ter diante dele um concorrente ainda melhor e mais famoso do que ele.

Não podemos esquecer, pela sua importância, da parte da filosofia que tem por objetivo refletir sobre a essência dos princípios e da moral, de usar sempre um jogo limpo ter um comportamento leal e honesto com relação ao adversário, um relacionamento digno para com os árbitros. As preocupações sobre fair play tem aumentado em todo o mundo, com a reiteração do esporte de comportamento questionável, para os jogadores, para os dirigentes, para os  patrocinadores, parentes, etc.

Essa frase, não poderia estar separada de comportamentos de exemplares atletas como o Rodrigo Caio. Deveria percorrer, nesse caso, com rapidez redes de internet para inflamar seus participantes, difundir-se nos canais de televisão percorrer diários esportivos pelo menos. Estátuas de atletas como Rodrigues Caio deveriam assomar as praças por terem mais lindas atitudes do que aplicar dribles, em profusão, e tantas e tantas filigranas como chapéus, canetas, voleios, etc. Esperamos mais justiça, nas práticas esportivas da parte dos atletas que admiramos. E que se espalhem com mais velocidades do que os carros de formula 1 pela sociedade inteira.

Instituições iniciática como a nossa Ordem deveriam atraí-los porque nessas pessoas a luz do conhecimento adentra mais facilmente, a fortaleza de suas ações é mais bem reconhecida e a beleza dos seus atos é mais e mais ansiosamente disputada.

É uma proposta.

À minha Loja à minha Potência.

Do que depende?

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2 Comentários

  1. Caro ir.: Tiberio, realmente uma atitude mais que elogiosa do Rodrigo Caio, aliás, Rodrigo é o nome do meu herdeiro número sete. Poucas pessoas, notadamente nos dias de hoje, teem uma atitude de respeito e honestidade pelos princípios de limpidez e alvura nas atitudes, as quais devem ser, entre nos, uma constante e um exemplo. Quicá possamos ter muitos Rodrigos Caios em nossa sociedade. Que seu gesto seja seguido por muitos. Inclusive emposso meio, só assim, poderemos almejar e quicá termos um Brasil melhor futuramente.

  2. Comove-me uma observação tão desprendida e linda como essa querido Irm. Jurandir. Ajuda-me a ter esperança de que meus heróis podem contagiar com suas atitudes dignas seus companheiros, seus oponentes, seus admiradores que não são poucos. Por isso, constituem-se modelos da sociedade. Ou deveriam… Propositalmente omiti do título o nome Caio para que, como isso, fosse lembrado o seu 7º herdeiro, que estimo como Irm.


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