Geraldo Mendes dos Santos

O dia das mães

0 Comentários 11 Maio 2018

O dia das mães é uma data marcante, porque simboliza não apenas a mulher, mas a família, a união, a própria vida. A cada ano escrevo algo para homenagear essa figura majestosa e percebo que há pouca variação em meus escritos. Os substantivos são os mesmos e os adjetivos – por mais criteriosa que seja a escolha – variam pouco. 
Pudera!, figura de mãe é assim mesmo: algo invariável, imutável, transcendência pura. Por mais que se busque palavras ou mesmo que se recorra à poesia, sempre se cai em lugar comum, praticamente nada se acrescenta. Mas, para que acrescentar, se as palavras sinceras nada mais são que retratos de nossos sentimentos? Sinto muito, sentimentos altamente positivos, mas hoje nada acrescento à crônica do ano passado, feita com o mesmo propósito de homenagear as mães. Apenas a redijo em outros termos, de uma forma diferente, mantendo a mesma essência.
Redijo simplesmente para parabenizar e manifestar minha admiração às mães:
– Mãe de todos as idades, raças, credos, cores e cantos do mundo. Mãe casada, viúva, amante ou solteira, mãe que perpassa conceitos e preconceitos, simplesmente mãe.
Mãe minha e de meus filhos, sua, dos amigos e dos filhos dos amigos, todas as mães. Especialmente, as mães aventureiras e aventuradas da Amazônia, terra das águas, terra sagrada. Mãe é magnânima, assim, seguindo seu exemplo, também não posso deixar de homenagear as mães desconhecidas, sobretudo as doentes, hospitalizadas, atiradas em asilos e hospícios ou abandonadas nas ruas. As que foram marcadas pelo destino e amargam intimamente a incapacidade de gerar ou a perda de seus rebentos, às vezes, natimortos meninos. As violentadas pela sociedade, pelos maridos ou até mesmo pelos próprios filhos. As mães socialmente excluídas, párias e prostitutas, vítimas de injustiça, desatino, segregação racial, apartação
social, preconceitos de todos os tipos.
Mãe é berço de zelo e desvelo, geradora de novas criaturas; mar de esperança, oceano de tolerância, universo de bondade e ternura. Também, fonte que nutre, colo que acolhe e acalenta, braço amigo que guia, ensina e ajuda.
Mãe não é apenas a criatura mais especial nas relações humanas, mas também signo da herança cultural, essência da vida universal e síntese do amor divino. Mãe é dádiva do céu, brilho da vida, luz do mundo. Por tudo isso e muito mais que as palavras não podem traduzir, nossos sinceros parabéns! congratulações! Cordialmente,
Irm. Geraldo Mendes dos Santos, pesquisador

 

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