Marcos Coimbra. Artigos

0 Comentários 02 dezembro 2017

DESARMAMENTO E O CIDADÃO

Irm Economista Marcos Coimbra*

Já escrevemos vários artigos sobre este tema. A mídia amestrada acionada por “incentivos externos” volta a atacar tímidas medidas adotadas pela atual administração para minorar o massacre imposto ao cidadão digno, honesto e de bons costumes pelas sucessivas administrações anteriores (FHC e petistas) com o objetivo de privar o povo brasileiro do direito de possuir e portar, quando for o caso, arma de fogo. O mais comprometedor é o fato de que a maioria dos “especialistas” ouvidos por parte da comprometida parcela dos meios de comunicação é constituída de estrangeiros, em especial argentinos.

Houve um referendo em 2005 sobre a proibição da comercialização de armas de fogo e munições, onde a imensa maioria dos eleitores (cerca de 64%) rejeitou o absurdo. Quase todos os políticos (principalmente os ditos de esquerda) foram a favor da proibição, tendo sido fragorosamente derrotados. Porém, conseguiram impor o famigerado estatuto do desarmamento, por acordo de lideranças, sem sequer votação no plenário. Só defende o estatuto do desarmamento quem ignora o que está por trás dele, estrangeiros ou sicários a soldo dos interesses alienígenas.

No Brasil o serviço militar é obrigatório. Todo jovem é convocado para cumprir seu dever aos dezoito anos. O objetivo é a sua preparação para  defesa da Pátria. Ele aprende a atirar com armas leves e pesadas e faz teste de tiro. Em Israel e na Suíça, todo cidadão, de acordo com critérios específicos, é considerado como soldado da reserva, pronto para entrar em combate, quando necessário.

Reina a insegurança no país, em especial no RJ, onde centenas de pessoas estão sendo trucidadas por marginais, muitos deles “menores”, em especial com uso de armas brancas, sem a mínima possibilidade de exercer seu legítimo direito de defesa, por falta de meios. Estamos sendo massacrados, mesmo sem oferecer resistência, ficando nossas vidas a mercê dos humores dos bandidos. A violência imposta pelo narcotráfico domina as cidades. Organismos internacionais, com a conivência de “cidadãos brasileiros”, alguns ingênuos, outros por terem sido cooptados por várias razões e os demais em função de motivações ideológicas, estão introduzindo no Brasil a cultura da covardia. Ou seja, não reaja, não olhe para o bandido, faça aquilo que ele mandar etc. Autoridades estrangeiras já declararam o fim da soberania brasileira sobre a nossa Amazônia.

Numa provável tentativa de invasão da Amazônia, nossa única chance é a luta não convencional, em que poderão ser empregados os reservistas e civis voluntários, possuidores de armas de fogo e munição, com destreza em sua utilização. Caso sejam confiscadas milhões de armas em especial aquelas em poder de reservistas, como defender nosso país das agressões externas e internas? O objetivo deve ser estimular os cidadãos dignos a legalizarem suas armas de fogo, impondo punições severas aos que tiverem armas ilegalmente e não desarmá-los. Ou o verdadeiro objetivo é facilitar a tomada de nosso território por estrangeiros, bem como a ação de criminosos? Quem deve ser desarmado é o bandido.

O argumento falacioso de que um revólver é um “vetor de violência” não se sustenta. Os marginais empregam armas de guerra, AR-15, M-16, lança-granadas, desprezando armas de pequeno porte. Armas não matam pessoas. Pessoas matam pessoas. Um povo desarmado é muito mais fácil de ser escravizado, não tendo condições de exercer o direito constitucional de autodefesa.

A manobra é muito clara. A liderança do movimento é da ONG Viva Rio, fundada em NOV/93, no Rio de Janeiro, com a participação e o patrocínio de representantes das Fundações Rockefeller, Brascan, Kellog, Vitae e Roberto Marinho e a presença do então Chanceler FHC e do falecido banqueiro David Rockefeller, fundador do Diálogo Interamericano, sendo filiada à IANSA-International Action Network of Small Arms, uma rede de 186 ONGs criada para atuar como uma central de coordenação da campanha internacional de desarmamento.

No Reino Unido, após o banimento das armas curtas, a própria polícia reconhece que isto em nada contribuiu para melhorar a situação, existindo ainda de 400 mil a um milhão de armas de fogo ilegais. O próprio Comitê de Assuntos Internos planejou uma revisão na legislação de armas de fogo e o Sr. Bill Harriman, membro do Comitê Consultivo em armas de fogo afirmou que: “a legislação focou o cidadão honesto que participa de clubes de tiro, quando deveria ser direcionada a armas possuídas ilegalmente”.

Ninguém tem moral, direito ou legitimidade para rasgar a Constituição, impedindo o direito natural à autodefesa do cidadão. Caso este comportamento fascista seja mantido, as autoridades irão colocar na cadeia os cerca de oito milhões de cidadãos possuidores de armas legais e soltar os bandidos que estão trancafiados?  E quantas armas continuarão a existir no país, computando-se as ilegais já existentes? Queremos direitos iguais às “autoridades”, que, além de portar armas, possuem carros blindados, seguranças até estrangeiros, com armamento de guerra. É imoral presenciar estes políticos abominando a posse de armas pelo cidadão, cercado de seguranças armados até de metralhadoras.

Irm Marcos Coimbra
Professor, Assessor Especial da Presidência da ADESG,
Membro do Conselho Diretor do CEBRES,
Acadêmico fundador da Academia Brasileira de Defesa e
Autor do livro Brasil Soberano.Endereço eletrônico: mcoimbra@antares.com.br

Página: www.brasilsoberano.com.br

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