Família e Religião

De Olho na Febre Amarela!

0 Comentários 29 Janeiro 2018

Amem Notícias
Associação de Médicos Maçons

Com base em matérias publicadas nos sites do G1 e do Ministério da Saúde, compilamos informações que, em muito, poderão esclarecer nossos leitores quanto à evolução da Febre Amarela, de como poderemos melhor nos proteger, assim como tratar essa epidemia que assola boa parte da população brasileira.Em alerta internacional sobre a febre amarela, a OPAS – Organização Pan-Americana de Saúde destaca que o número de casos em humanos e em animais, registrados na região no último ano, é o maior em décadas de vigilância sobre a doença.

Apesar de citar que sete países registraram casos (Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Peru e Suriname), o boletim divulgado destaca a situação brasileira – “o único país a reportar novos casos em janeiro desse ano”.

Segundo a entidade, só o Brasil teve 777 casos confirmados, 261 mortes e 1659 casos em animais, entre o segundo semestre de 2016 e junho de 2017. Ainda, segundo a OPAS, houve um breve período de transmissão entre humanos no país, sem dar mais detalhes.

De fato, ao acompanhar os boletins divulgados pela entidade, os dados atuais destoam pelo alto número. No primeiro boletim disponível on-line (2003), a OPAS registrava nove casos na Colômbia. Um outro, de 2009, registrava 26 casos brasileiros confirmados, com 13 mortes.

A alta observada, destacou a OPAS, deve-se tanto à uma população que não foi imunizada quanto às condições climáticas favoráveis à disseminação.

Segundo a OPAS, entre junho de 2017 e janeiro de 2018, 2296 casos, em animais, foram registrados, dos quais 358 foram confirmados, 790 não tiveram coleta e, por isso, foram registrados como indeterminados, e 461 foram descartados.

O estado com maior número de casos em animais foi São Paulo, com 322, diz a entidade. Casos em animais, também, foram reportados em Minas Gerais (32), Rio de Janeiro (3) e Mato Grosso (1).

A entidade reforçou ser a vacina a melhor forma de prevenção: ela garante imunidade de 80 a 100% após 10 dias e de 100% após 30 dias. Também, uma única dose protege a vida inteira contra a doença, sem necessidade de reforço, afirma a OPAS. No entanto, devido às limitações na disponibilidade da vacina, a OPAS chama atenção para prioridade em áreas de risco, onde um mínimo de 95% de coberta vacinal é necessário.

Também, segundo a OPAS, a vacinação de rotina em crianças deve ser adiada para garantir Amem Notícias nº 08 – Ano I – Fev/18 – Pág. 06 a imunização em áreas de risco. “Quando houver disponibilidade, novas campanhas devem ser divulgadas para garantir a agenda de vacinação.”

A febre amarela, segundo informações do Ministério da Saúde, é uma doença infecciosa aguda, de curta duração (no máximo 10 dias), gravidade variável, causada pelo vírus da febre amarela, que ocorre na América do Sul e na África. O microrganismo envolvido é o vírus RNA. Arbovírus do gênero Flavivirus, família Flaviviridae.

Os sintomas são: febre, dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômito, dores no corpo, icterícia (a pele e os olhos ficam amarelos) e hemorragias (de gengivas, nariz, estômago, intestino e urina). A febre amarela é transmitida pela picada dos mosquitos transmissores infectados. A transmissão de pessoa para pessoa não existe.

O tratamento é, apenas, sintomático e requer cuidados na assistência ao paciente que, sob hospitalização, deve permanecer em repouso com reposição de líquidos e das perdas sanguíneas, quando indicado. Nas formas graves, o paciente deve ser atendido numa Unidade de Terapia Intensiva. Se o paciente não receber assistência médica, ele pode morrer.

A única forma de evitar a febre amarela silvestre é a vacinação contra a doença. A vacina é gratuita e está disponível nos postos de saúde em qualquer época do ano. Ela deve ser aplicada 10 dias antes da viagem para as áreas de risco de transmissão da doença. Pode ser aplicada a partir dos 9 meses e é válida por 10 anos. A vacina é contraindicada a gestantes, imunodeprimidos (pessoas com o sistema imunológico debilitado) e pessoas alérgicas a gema de ovo.

A vacinação é indicada para todas as pessoas que vivem em áreas de risco para a doença (zona rural da Região Norte, Centro Oeste, estado do Maranhão, parte dos estados do Piauí, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), onde há casos da doença em humanos ou circulação do vírus entre animais (macacos).

Amem Notícias nº 08 – Ano I – Fev/18 – Pág. 07

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